17/05/2018
Foi ao som do coral das meninas do Colégio Estadual Doutor Ailton Pinto de Andrade, no bairro do Lobato, que mais uma entrega de kits de instrumentos musicais foi realizada, nesta quinta-feira (17), pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). Desta vez, a fanfarra beneficiada foi a Styllus do Brasil, que há 20 anos é formada por alunos da escola e jovens da comunidade.
No ato, o Secretário Cezar Lisboa, da SJDHDS, inspirou os alunos ao recordar de sua vida como estudante e das superações em sua trajetória. “Estamos mostrando para todos que é possível chegar a grandes postos. É preciso aproveitar as oportunidades e lutar por elas. Os novos instrumentos significam uma oportunidade para uma fanfarra que já uma ferramenta para construir uma sociedade melhor”, disse o secretário, ao entregar os 15 instrumentos de sopro, dentre eles trompetes, trombones e trompas que vão garantir a manutenção do trabalho já realizado.
O diretor da Styllus do Brasil faz parte da banda há 16 anos, foi aluno e hoje atua como líder. “Aqui não existe tempo para pensar em coisas ruins, tem espaço para todos. No setor de sopro tem bombardino, tuba, trompete, trombone e trombonito, já na percussão tem bombo, pratos, timbal, surdo, caixa e quadritom. Ainda tem o setor cívico com 3 porta-bandeiras acompanhados de guardas de honra, ginastas com baliza e balizador e um corpo coreográfico com o Mór no comando”, explicou o diretor.
Para a vice-diretora e professora de artes, Aparecida Couñago, a fanfarra é um instrumento facilitador da aprendizagem e elo entre escola e comunidade, já que todos podem participar. “Ela é um trabalho paralelo com ensaios aos sábados e domingos. Ajuda na autoestima, aguça a visão de mundo e retira do caminho da violência”, afirmou.
O percussionista William Neri, 31, é morador do bairro do Pero Vaz e está na fanfarra desde o seu início. “Estávamos precisando muito destes instrumentos. Muitos dos meus amigos se livraram da marginalidade por causa da banda, já os que se afastaram vieram a óbito no mundo do crime”, contou o musicista.
O maestro do Neojiba, Helder Passinho, também participou do ato e falou sobre a importância da arte e das novas possibilidades que os instrumentos oferecem, além de lançar desafio para o repertório da fanfarra.
No ato, o Secretário Cezar Lisboa, da SJDHDS, inspirou os alunos ao recordar de sua vida como estudante e das superações em sua trajetória. “Estamos mostrando para todos que é possível chegar a grandes postos. É preciso aproveitar as oportunidades e lutar por elas. Os novos instrumentos significam uma oportunidade para uma fanfarra que já uma ferramenta para construir uma sociedade melhor”, disse o secretário, ao entregar os 15 instrumentos de sopro, dentre eles trompetes, trombones e trompas que vão garantir a manutenção do trabalho já realizado.
O diretor da Styllus do Brasil faz parte da banda há 16 anos, foi aluno e hoje atua como líder. “Aqui não existe tempo para pensar em coisas ruins, tem espaço para todos. No setor de sopro tem bombardino, tuba, trompete, trombone e trombonito, já na percussão tem bombo, pratos, timbal, surdo, caixa e quadritom. Ainda tem o setor cívico com 3 porta-bandeiras acompanhados de guardas de honra, ginastas com baliza e balizador e um corpo coreográfico com o Mór no comando”, explicou o diretor.
Para a vice-diretora e professora de artes, Aparecida Couñago, a fanfarra é um instrumento facilitador da aprendizagem e elo entre escola e comunidade, já que todos podem participar. “Ela é um trabalho paralelo com ensaios aos sábados e domingos. Ajuda na autoestima, aguça a visão de mundo e retira do caminho da violência”, afirmou.
O percussionista William Neri, 31, é morador do bairro do Pero Vaz e está na fanfarra desde o seu início. “Estávamos precisando muito destes instrumentos. Muitos dos meus amigos se livraram da marginalidade por causa da banda, já os que se afastaram vieram a óbito no mundo do crime”, contou o musicista.
O maestro do Neojiba, Helder Passinho, também participou do ato e falou sobre a importância da arte e das novas possibilidades que os instrumentos oferecem, além de lançar desafio para o repertório da fanfarra.