12/12/2017
Estudantes do Colégio Estadual Artur de Sales, em Pirajá, participaram, nesta terça-feira (12), da 11ª edição do Programa Mais Grafite, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). A iniciativa é desenvolvida nas escolas da rede estadual de ensino, levando mais arte, cultura e cidadania para a juventude.
Durante toda a manhã, os estudantes participaram de oficinas teóricas e, no período da tarde, foi o momento da aula prática, quando as paredes, jardineiras e muros da escola viraram uma grande tela em branco, prontas para ganhar vida e cor. "Participar do Mais Grafite é numa grande alegria. Aprendi a valorizar a arte de rua, por meio dela é possível expressar nossos pensamentos e despertar reflexão em quem vê. Espero que esse projeto cresça e chegue em muitas outras escolas", disse a estudante Geovana Góes.
Em Pirajá, o trabalho foi conduzido pelo orientador e grafiteiro, Júlio Costa, integrante do Museu de Street Arte de Salvador (Musas). "Costumamos dizer que são oficinas da transformação. Aqui, eles aprendem a criar coletivamente, a trabalhar em equipe, expressar seus pensamentos e modificar os lugares, a partir do momento que estão prontos para difundir princípios de cidadania", explicou.
Como uma das propostas do Programa é unir educação e arte, nas oficinas também há um momento reservado para debates sobre diversidade, empoderamento da juventude e igualdade.
Durante toda a manhã, os estudantes participaram de oficinas teóricas e, no período da tarde, foi o momento da aula prática, quando as paredes, jardineiras e muros da escola viraram uma grande tela em branco, prontas para ganhar vida e cor. "Participar do Mais Grafite é numa grande alegria. Aprendi a valorizar a arte de rua, por meio dela é possível expressar nossos pensamentos e despertar reflexão em quem vê. Espero que esse projeto cresça e chegue em muitas outras escolas", disse a estudante Geovana Góes.
Em Pirajá, o trabalho foi conduzido pelo orientador e grafiteiro, Júlio Costa, integrante do Museu de Street Arte de Salvador (Musas). "Costumamos dizer que são oficinas da transformação. Aqui, eles aprendem a criar coletivamente, a trabalhar em equipe, expressar seus pensamentos e modificar os lugares, a partir do momento que estão prontos para difundir princípios de cidadania", explicou.
Como uma das propostas do Programa é unir educação e arte, nas oficinas também há um momento reservado para debates sobre diversidade, empoderamento da juventude e igualdade.