SJDHDS participa de lançamento do Comitê de Prevenção de Homicídios

21/11/2018
Com o objetivo de discutir, formular e ampliar as políticas públicas focadas no enfrentamento e redução da violência contra adolescentes e jovens foi lançado hoje (21) o Comitê de Prevenção de Homicídios de Crianças, Adolescentes e Jovens no município de Salvador. Uma iniciativa da Unicef , que contou com o apoio e parceria da Secretaria e Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), e será liderado por 13 instituições, entre órgãos governamentais e não governamentais.

Para o secretário Cezar Lisboa, titular da SJDHDS, o Comitê desperta a sociedade para a importância do tema, alertando sobre a necessidade imediata de combater a violência contra crianças, jovens e adolescentes. Além de reforçar ações de prevenção a homicídios já desenvolvidas pelo governo da Bahia, por meio do Programa Pacto Pela Vida.

O novo órgão vai atuar ainda no estudo, promoção e monitoramento de ações de prevenção à violência contra o público infanto-juvenil. Estabelecendo ações integradas e articuladas para promover a redução dos casos.

Após o comitê ser instituído formalmente pelo Ministério Público do Estado da Bahia, uma mesa redonda foi formada com autoridades de vários setores do governo e da sociedade civil, que apresentaram propostas para ações conjuntas com o objetivo de reduzir assassinatos de meninas e meninos na cidade de Salvador.

Representando o governo do estado da Bahia, a superintendente de Políticas Sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis / SJDHDS, Denise Tourinho, registrou o compromisso e a necessidade de se unir forças através das articulações. “É um compromisso inadiável. A SJDHDS está 100% comprometida com essa questão e desenvolvendo diversas ações, com destaque para o programa Corra pro Abraço que existe desde 2013”, declarou.

O Corra para o Abraço é uma iniciativa estadual, que tem o objetivo de promover cidadania e garantir direitos de usuários de drogas em contextos de vulnerabilidade social, baseado nas estratégias de Redução de Danos físicas e sociais, aproximando seus beneficiários das políticas públicas existentes e entendendo que o estigma e as desigualdades interferem em suas capacidades de busca, acesso e acolhimento pelos serviços públicos.