25/11/2019
O Programa Corra pro Abraço, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), realizou na manhã e tarde da última quinta-feira (14), no Casarão da Diversidade, no Centro Histórico de Salvador, a Capacitação de Mulheres Multiplicadoras para Prevenção e Cuidado à Sífilis. A formação foi uma realização da iniciativa estadual com o (UNICEF) Fundo das Nações Unidas para a Infância, o (UNFPA) Fundo de População das Nações Unidas, e apoio da (RENFA) Rede de Feministas Antiproibicionistas.
O objetivo da formação foi instrumentalizar mulheres acerca da Infecção Sexualmente Transmissível, e como resultado as 15 participantes atuarão como multiplicadoras de prevenção à IST em seus territórios. Também estiveram presentes técnicas do Corra pro Abraço e da RENFA. A capacitação foi ministrada por Sofia Campos, técnica da vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. “Desde 2016 o Ministério da Saúde declarou a sífilis como um grave problema de saúde pública e considera que no Brasil já se enquadra como uma epidemia”, revelou.
Sofia contou ainda que “dentre os 100 municípios do Brasil que tem 60% dos casos de sífilis, Salvador está em 6° lugar e a questão da sífilis congênita e em gestantes é a grande preocupação, porque os números são altos. A taxa de detecção de sífilis congênita em Salvador é maior que a média do Brasil”. E finalizou: “a proposta desta capacitação é extremamente significativa, pois elas conseguirão alcançar pessoas que os serviços de saúde têm dificuldade”.
O objetivo da formação foi instrumentalizar mulheres acerca da Infecção Sexualmente Transmissível, e como resultado as 15 participantes atuarão como multiplicadoras de prevenção à IST em seus territórios. Também estiveram presentes técnicas do Corra pro Abraço e da RENFA. A capacitação foi ministrada por Sofia Campos, técnica da vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde. “Desde 2016 o Ministério da Saúde declarou a sífilis como um grave problema de saúde pública e considera que no Brasil já se enquadra como uma epidemia”, revelou.
Sofia contou ainda que “dentre os 100 municípios do Brasil que tem 60% dos casos de sífilis, Salvador está em 6° lugar e a questão da sífilis congênita e em gestantes é a grande preocupação, porque os números são altos. A taxa de detecção de sífilis congênita em Salvador é maior que a média do Brasil”. E finalizou: “a proposta desta capacitação é extremamente significativa, pois elas conseguirão alcançar pessoas que os serviços de saúde têm dificuldade”.
“Sou mãe há pouco tempo, minha filha tem quatro meses, e eu percebo que nós, mulheres e mães, precisamos discutir sobre essa infecção que é prejudicial para a saúde das mães e dos filhos”, contou Michele Barbosa, uma das capacitadas. Ela disse ainda que a formação a auxiliou no “entendimento da necessidade do cuidado para prevenção da infecção. “É preciso também saber quais serviços buscar caso a pessoa esteja com a doença. Estou me sentindo preparada para passar esses conhecimentos para frente, como multiplicadora”, concluiu.
Ascom Corra pro Abraço/SJDHDS