07/11/2017
Na tarde dessa terça-feira (7), o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins recebeu as defensoras públicas Eva Rodrigues, Gisele Aguiar e Laíssa Rocha para esclarecimentos referentes aos atendimento no Projeto Viver.
Desde julho, o serviço, que presta atendimento a pessoas vítimas de violência sexual e sua família, passou a atuar com uma nova equipe formada por psicólogas, médicas e assistentes sociais que ampliou o número de atendimentos. No início desse mês, foi retomado ainda o atendimento terapêutico coletivo, que atende às famílias das vítimas. Também está em fase final de negociação a transferência de oito profissionais da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para atendimento no Projeto, o que vai melhorar ainda mais o suporte ao público.
"O Projeto Viver é uma das ações que o Governo do Estado entende como prioridade por isso estamos reformando a estrutura de pessoal para ampliar ainda mais os atendimentos, defendeu Martins. O secretário também informou que está em negociação junto à Prefeitura de Salvador para que o município assuma a operação da unidade do Viver em Periperi.
Em paralelo ao serviço do Viver, o secretário pontuou ainda o trabalho realizado pelo Hospital da Mulher, que também faz atendimento para mulheres acima de 12 anos de idade.
Ainda está em andamento, a proposta de parceria entre a SJDHDS, Sesab, Secretaria de Segurança Pública e Secretaria de Política para as Mulheres trabalharão em conjunto: SJDHDS e a SPM voltadas ao acolhimento das vítimas, enquanto a SSP seguiria responsável pelas perícias, e a Sesab pelo atendimento médico, com fornecimento de medicamentos e demais ações de saúde.
Martins enumerou ainda outras ações sociais da SJDHDS que estendem o atendimento às mulheres, mas também ao público LGBT, a exemplo da criação do Casarão da Diversidade - com previsão de inauguração em janeiro- e a inauguração de três unidades do Casa Abrigo, para mulheres ameaçadas de morte por seus companheiros. As novas casas estão previstas para as cidades de Salvador, Feira e Vitória da Conquista.
Desde julho, o serviço, que presta atendimento a pessoas vítimas de violência sexual e sua família, passou a atuar com uma nova equipe formada por psicólogas, médicas e assistentes sociais que ampliou o número de atendimentos. No início desse mês, foi retomado ainda o atendimento terapêutico coletivo, que atende às famílias das vítimas. Também está em fase final de negociação a transferência de oito profissionais da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para atendimento no Projeto, o que vai melhorar ainda mais o suporte ao público.
"O Projeto Viver é uma das ações que o Governo do Estado entende como prioridade por isso estamos reformando a estrutura de pessoal para ampliar ainda mais os atendimentos, defendeu Martins. O secretário também informou que está em negociação junto à Prefeitura de Salvador para que o município assuma a operação da unidade do Viver em Periperi.
Em paralelo ao serviço do Viver, o secretário pontuou ainda o trabalho realizado pelo Hospital da Mulher, que também faz atendimento para mulheres acima de 12 anos de idade.
Ainda está em andamento, a proposta de parceria entre a SJDHDS, Sesab, Secretaria de Segurança Pública e Secretaria de Política para as Mulheres trabalharão em conjunto: SJDHDS e a SPM voltadas ao acolhimento das vítimas, enquanto a SSP seguiria responsável pelas perícias, e a Sesab pelo atendimento médico, com fornecimento de medicamentos e demais ações de saúde.
Martins enumerou ainda outras ações sociais da SJDHDS que estendem o atendimento às mulheres, mas também ao público LGBT, a exemplo da criação do Casarão da Diversidade - com previsão de inauguração em janeiro- e a inauguração de três unidades do Casa Abrigo, para mulheres ameaçadas de morte por seus companheiros. As novas casas estão previstas para as cidades de Salvador, Feira e Vitória da Conquista.