26/02/2019
A última edição do Bloco Fique de Olho arrastou baianos e turistas pelas ruas do Pelourinho, na tarde de hoje (26). Apesar da animação do bloco, a estratégia é chamar a atenção para um assunto muito sério: o trabalho infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes durante o Carnaval. A ação realizada pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) chamou a atenção por onde passou nas duas últimas semanas.
Antes do Pelourinho, o bloco esteve pelos bairros da Paz, Liberdade, Itapuã e Nordeste de Amaralina. Pela primeira vez, as ações no pré-carnaval foram realizadas em diversas comunidades da capital, alertando a população para a necessidade de denunciar qualquer episódio de trabalho infantil e exploração sexual. A ação contou com a parceira do grupo Força Feminina e do Projeto Axé.
Para Valdenira Barbosa, mãe de uma criança de 5 anos, “o projeto é importante porque ajuda as crianças, conscientizando a sociedade. Eu tenho filhos e sei da importância de uma iniciativa como essa”. A dona de casa acompanhou todo o trajeto do bloco, que saiu do Elevador Lacerda e seguiu até o Largo Quincas Berro D’Água, passando pelo Terreiro de Jesus.
“Essa ação é realizada justamente nesse sentido, de sensibilizar a população a cerca do trabalho realizado ao longo de todo o ano para chamar atenção e alertar. Nosso intuito não é fazer folia, é conscientizar”, afirmou Alessandra Gomes, coordenadora do projeto Força Feminina e idealizadora do Carnaval Social, que desfilou pelas ruas do Pelourinho junto com o Fique de Olho!.
Inovação- Pela primeira vez a SJDHDS realizou uma ação nos bairros, falando mais diretamente com a população. “Esse ano nós inovamos e resolvemos falar mais diretamente com o povo e a população. Levamos o bloco com a nossa mensagem para as ruas e para as pessoas, dizendo não ao trabalho infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes”, pontuou Iara Farias, coordenadora de Proteção da Criança e do Adolescente da SJDHDS.
Ator e integrante do grupo de animadores do bloco, Alan Nascimento considerou positiva a ação nos bairros. “Chamamos a atenção para a campanha, falamos de maneira diferente com crianças e a população. Acredito que a ação teve um impacto e foi muito positiva, passando a mensagem de forma séria, mas não dura”, finalizou.
Antes do Pelourinho, o bloco esteve pelos bairros da Paz, Liberdade, Itapuã e Nordeste de Amaralina. Pela primeira vez, as ações no pré-carnaval foram realizadas em diversas comunidades da capital, alertando a população para a necessidade de denunciar qualquer episódio de trabalho infantil e exploração sexual. A ação contou com a parceira do grupo Força Feminina e do Projeto Axé.
Para Valdenira Barbosa, mãe de uma criança de 5 anos, “o projeto é importante porque ajuda as crianças, conscientizando a sociedade. Eu tenho filhos e sei da importância de uma iniciativa como essa”. A dona de casa acompanhou todo o trajeto do bloco, que saiu do Elevador Lacerda e seguiu até o Largo Quincas Berro D’Água, passando pelo Terreiro de Jesus.
“Essa ação é realizada justamente nesse sentido, de sensibilizar a população a cerca do trabalho realizado ao longo de todo o ano para chamar atenção e alertar. Nosso intuito não é fazer folia, é conscientizar”, afirmou Alessandra Gomes, coordenadora do projeto Força Feminina e idealizadora do Carnaval Social, que desfilou pelas ruas do Pelourinho junto com o Fique de Olho!.
Inovação- Pela primeira vez a SJDHDS realizou uma ação nos bairros, falando mais diretamente com a população. “Esse ano nós inovamos e resolvemos falar mais diretamente com o povo e a população. Levamos o bloco com a nossa mensagem para as ruas e para as pessoas, dizendo não ao trabalho infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes”, pontuou Iara Farias, coordenadora de Proteção da Criança e do Adolescente da SJDHDS.
Ator e integrante do grupo de animadores do bloco, Alan Nascimento considerou positiva a ação nos bairros. “Chamamos a atenção para a campanha, falamos de maneira diferente com crianças e a população. Acredito que a ação teve um impacto e foi muito positiva, passando a mensagem de forma séria, mas não dura”, finalizou.