11/05/2021
Trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) dos municípios baianos participaram nesta terça-feira (11), da capacitação virtual sobre Sistema para Levantamento de Demandas de Educação Permanente – SAEPE, promovido pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS). A transmissão aconteceu ao vivo pelo canal do Youtube da secretaria. Na oportunidade, foram apresentadas as pesquisas sobre o Simplifica SUAS e sobre o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos na Pandemia.
“O SAEPE foi criado em 2015 como primeiro sistema que ativou a Rede SUAS na Bahia. O Sistema está de volta e vai nos auxiliar a entender como estão acontecendo as ofertas do SUAS em nosso estado, quais as demandas de apoio técnico dos municípios, e no levantamento de quais são os anseios, temas, que os trabalhadores têm, referentes à educação permanente, assim como construir um perfil profissional das equipes”, destacou Leísa Sousa, superintendente de Assistência Social da SJDHDS.
A apresentação do SAEPE, orientações de como realizar atualização cadastral do Sistema, forma de acesso e a nova formatação da tela de cadastramento implementada pela CGO da SJDHDS, foi realizada pela coordenadora de Gestão do SUAS da SJDHDS Gabriele Dutra. Na oportunidade, também foi apresentada a Pesquisa Simplifica SUAS.
“Nós também iremos disponibilizar um manual com o passo a passo de como utilizar o SAEPE. Junto ao Sistema, estamos lançando a Pesquisa Simplifica SUAS, uma iniciativa que tem o objetivo de ouvir vocês, saber quais os temas de interesse a serem abordados por nós”, destacou Gabriele.
Uma segunda pesquisa também foi apresentada na live, sobre o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos na Pandemia - Oferta de atividades remotas. As orientações sobre preenchimento da pesquisa foi demonstrada por Maurício Bodnachuk, coordenador de Proteção Social Básica da SJDHDS.
“Essa segunda pesquisa não vai ser aberta para todos os trabalhadores do SUAS. Cada município deve enviar apenas um formulário, nossa sugestão é que os coordenadores dos CRAS ou um técnico (a) de Gestão ou da Vigilância Socioassistencial respondam. Essa é uma pesquisa dinâmica que vai nos permitir visualizar como está a execução do SCFV nos municípios, entender as demandas, alinhar coletivamente a possibilidade de intervenções e saber das experiências exitosas”, esclareceu ele.