22/03/2023
Os conselheiros tutelares de Salvador participaram nesta quarta-feira (22), da capacitação para a utilização do Sistema de Informação para a Infância e a Adolescência (SIPIA). A ação, promovida pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), através da Coordenação de Proteção à Criança e ao Adolescente (CPCA) foi ministrada pela coordenadora do SIPIA, Liliane Tavares. Nessa primeira etapa, 60 conselheiros tutelares participam da qualificação, que acontece até quinta-feira (23), no campus da Unifacs.
O SIPIA é o sistema nacional que disponibiliza informações relacionadas a casos de violações de direitos contra crianças e adolescentes. O sistema permite que os profissionais gerem um banco de dados como também acessem informações que possibilitem o fortalecimento e a criação de políticas públicas para a garantia e defesa dos direitos preconizados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
De acordo com o CPCA, a capacitação tem o objetivo de auxiliar os profissionais no atendimento de crianças e adolescentes em situação de violação de direitos. No sistema, os conselheiros tutelares podem monitorar as ações, cadastrar denúncias, realizar encaminhamentos e verificar o histórico das crianças e adolescentes acompanhadas pelos conselhos tutelares da Bahia.
“A capacitação é importante para qualificar os atores sociais que defendem e protegem a criança e o adolescente. Os conselheiros tutelares terão acesso a diversas informações que auxiliam na aplicação de medidas nos casos de violação de direitos e disponibilizar dados para o banco nacional que possam auxiliar no fomento das políticas públicas desse público”, explicou Liliane Tavares.
O SIPIA é o sistema nacional que disponibiliza informações relacionadas a casos de violações de direitos contra crianças e adolescentes. O sistema permite que os profissionais gerem um banco de dados como também acessem informações que possibilitem o fortalecimento e a criação de políticas públicas para a garantia e defesa dos direitos preconizados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
De acordo com o CPCA, a capacitação tem o objetivo de auxiliar os profissionais no atendimento de crianças e adolescentes em situação de violação de direitos. No sistema, os conselheiros tutelares podem monitorar as ações, cadastrar denúncias, realizar encaminhamentos e verificar o histórico das crianças e adolescentes acompanhadas pelos conselhos tutelares da Bahia.
“A capacitação é importante para qualificar os atores sociais que defendem e protegem a criança e o adolescente. Os conselheiros tutelares terão acesso a diversas informações que auxiliam na aplicação de medidas nos casos de violação de direitos e disponibilizar dados para o banco nacional que possam auxiliar no fomento das políticas públicas desse público”, explicou Liliane Tavares.
A capacitação é realizada em parceria com o projeto QualiCDCA – Projeto de Qualificação de Conselheiros Tutelares e de Direitos da Criança e do Adolescente, do Instituto Humana Brasil e conta com o apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Salvador (CMDCA) e da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ).
“A gente entende da necessidade de capacitar os profissionais para o uso do SIPIA. Nossa meta é trazer melhorias nos atendimentos e fomentar a política pública de proteção à criança e ao adolescente”, explicou a coordenadora do fluxo do Conselho Tutelar, Lisiane Cordeiro.
O presidente do CMDCA de Salvador, Léu Brasil, destacou que a utilização do SIPIA vai auxiliar no desempenho dos conselheiros tutelares. “Nosso compromisso é possibilitar essa capacitação para que os conselheiros tutelares possam usar o sistema. A utilização do SIPIA é necessária para o nosso trabalho no sentido de qualificar as ações e auxiliar no fortalecimento de proteção da criança e do adolescente”, ressaltou Brasil. A coordenadora pedagógica da Humana Brasil, Claúdia Failace, aponta que a ação é “uma oportunidade para convergências de ideias e aprendizado”.
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“A gente entende da necessidade de capacitar os profissionais para o uso do SIPIA. Nossa meta é trazer melhorias nos atendimentos e fomentar a política pública de proteção à criança e ao adolescente”, explicou a coordenadora do fluxo do Conselho Tutelar, Lisiane Cordeiro.
O presidente do CMDCA de Salvador, Léu Brasil, destacou que a utilização do SIPIA vai auxiliar no desempenho dos conselheiros tutelares. “Nosso compromisso é possibilitar essa capacitação para que os conselheiros tutelares possam usar o sistema. A utilização do SIPIA é necessária para o nosso trabalho no sentido de qualificar as ações e auxiliar no fortalecimento de proteção da criança e do adolescente”, ressaltou Brasil. A coordenadora pedagógica da Humana Brasil, Claúdia Failace, aponta que a ação é “uma oportunidade para convergências de ideias e aprendizado”.
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