CSU Nordeste festeja São João com idosas da comunidade

03/07/2015

Com várias tipos de atividades lúdicas como desfile, dança da laranja, dança das cadeiras, encenação de peça e quadrilha de São João,  o Centro Social Urbano (CSU) Nordeste de Amaralina, em parceria com as Bases Comunitárias de Segurança (BCS) de Santa Cruz, Nordeste e Chapada, realizou, na manhã desta sexta-feira (19), a festa junina da unidade, com participação de dezenas de mulheres pertencentes ao Reviver, grupo de idosos que frequentam o equipamento. 

“Esta festa acontece todos os anos, mas, neste, temos o apoio dos policiais das Bases promovendo a integração com as mulheres que frequentam as aulas dos projetos Viver Melhor e  Hidroginástica”,  informou Andréa Macedo, coordenadora do CSU. Segundo Andréa, as próprias idosas tiveram a ideia de fazer uma dança diferente e engraçada e criaram o Forró da Zica, antecedido por uma  comédia teatral que conta a situação de uma mulher que não pode ir à festa, por ter contraído o vírus. Além de divertir, o quadro levou conscientização ao público sobre os cuidados que se deve ter com a saúde, principalmente com relação à prevenção contra a proliferação dos mosquitos.

Desfilando como Rainha do  Milho, a frequentadora assídua do Grupo Reviver, Rosa Santana, 80 anos, manifestou sua felicidade em participar da festa. “Esse CSU é  minha alegria! Se estou em casa é brigando com os netos, mas quando estou aqui, eu tô no céu”, revelou.

Parceria - Os soldados das Bases Comunitárias de Segurança, Tiago Bastos e Rafael Costa, que executam os projetos Viver Melhor e Hidroginástica com os idosos, animaram a festa, comandando a dança das laranjas e celebrando o casamento da roça, onde um era o padre e outro, o noivo. “Essa parceria com o CSU tem sido um verdadeiro sucesso na melhoria da qualidade de vida da comunidade do Nordeste de Amaralina e isso é muito gratificante”, salientou o soldado Tiago, professor de Hidroginástica.

Como toda festa de São João, o ponto alto da festa foi a dança da quadrilha, ao som de canções autênticas de compositores nordestinos como Luiz Gonzaga e Dominguinhos. “Em uma época em que os jovens não conhecem a obra desses compositores, a gente selecionou  o  forró “pé de serra”, procurando mostrar as nossas raízes, resgatando essa cultura popular, com as rezas de Santo Antônio, e provando que o que é bom nunca deixa de existir”, frisou Andréa Macedo.


ASCOM/SJDHDS

19/06/2015