21/03/2022
Na manhã de hoje (21), a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS) esteve presente na inauguração da Coordenação Especializada de Repressão aos Crimes de Intolerância e Discriminação (Coercid). A unidade da Polícia Civil terá atuação especial em casos de discriminação, racismo, LGBTfobia, entre outras violações e funciona na Rua Padre Vieira, antiga Rua do Ouro, no Centro Histórico de Salvador.
“A discriminação precisa ser enfrentada fortemente, os nossos jovens negros, a nossa população LGBTQIA+, não podem continuar sendo vítimas. Nós precisamos combater e essa coordenação tem significado importante, um passo que a Bahia dá adiante contra a discriminação”, pontuou o superintendente de Direitos Humanos da SJDHDS, Jones Carvalho.
“A Coercid é um importante passo para a defesa dos direitos e da dignidade dos públicos vulnerabilizados. Precisamos, juntos com todos os cidadãos, construir um ambiente comum, de respeito mútuo e inclusão em nossa sociedade”, avaliou a Delegada-Geral Heloísa Brito.
Para a secretária da Sepromi, Fabya Reis, a nova unidade é fundamental para o fortalecimento do combate ao racismo e outras violações de direitos.
“O desejo do nosso governo é que esse atendimento fosse ampliado e essa entrega faz parte de um processo de regulamentação dessa legislação de proteção da população. O nosso objetivo é que essa coordenação possa atuar junto a toda rede na Bahia”, afirmou a secretária.
Combate à LGBTfobia
Presente na inauguração da unidade, o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo, falou sobre a importância do espaço para o enfrentamento da LGBTfobia.
“Essa coordenação vem em um momento extremamente necessário num momento em que nós estamos avançando no diálogo junto a outros órgãos. É fundamental que a gente faça a política não só de enfrentamento, mas também de prevenção às violações contra a população LGBTQIA+. A partir desse espaço vamos fazer um acompanhamento mais sistemático”, disse.
A inauguração do espaço contou com a participação da Delegada-Geral da Polícia Civil, Heloísa Campos de Brito; do secretário da Segurança Pública em exercício, Hélio Jorge Paixão; da secretária de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis; e do superintendente de Direitos Humanos da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), Jones Carvalho.
“A discriminação precisa ser enfrentada fortemente, os nossos jovens negros, a nossa população LGBTQIA+, não podem continuar sendo vítimas. Nós precisamos combater e essa coordenação tem significado importante, um passo que a Bahia dá adiante contra a discriminação”, pontuou o superintendente de Direitos Humanos da SJDHDS, Jones Carvalho.
“A Coercid é um importante passo para a defesa dos direitos e da dignidade dos públicos vulnerabilizados. Precisamos, juntos com todos os cidadãos, construir um ambiente comum, de respeito mútuo e inclusão em nossa sociedade”, avaliou a Delegada-Geral Heloísa Brito.
Para a secretária da Sepromi, Fabya Reis, a nova unidade é fundamental para o fortalecimento do combate ao racismo e outras violações de direitos.
“O desejo do nosso governo é que esse atendimento fosse ampliado e essa entrega faz parte de um processo de regulamentação dessa legislação de proteção da população. O nosso objetivo é que essa coordenação possa atuar junto a toda rede na Bahia”, afirmou a secretária.
Combate à LGBTfobia
Presente na inauguração da unidade, o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo, falou sobre a importância do espaço para o enfrentamento da LGBTfobia.
“Essa coordenação vem em um momento extremamente necessário num momento em que nós estamos avançando no diálogo junto a outros órgãos. É fundamental que a gente faça a política não só de enfrentamento, mas também de prevenção às violações contra a população LGBTQIA+. A partir desse espaço vamos fazer um acompanhamento mais sistemático”, disse.
“Importante reforçar que as violências contra LGBTQIA+ não estão dissociadas da violência de gênero, de raça, cor e etnia. Especialmente junto ao público do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBTQIA+ da Bahia (CPDD-LGBT), temos mulheres trans, travestis, negras, e jovens negros da periferia, então essa coordenação fará uma articulação mais direcionada”, finalizou o coordenador.