CSPS realiza 95ª Reunião Ordinária sobre juventude e violência

11/08/2015
A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), por meio da Câmara Setorial de Prevenção Social do Pacto Pela Vida (CSPS/PPV), realizou, na tarde da última segunda-feira (10), a 95ª Reunião Ordinária, no Auditório da SUCAB, onde os participantes discutiram sobre políticas sociais, juventude e violência,  empreendedorismo social, além de apresentarem as propostas de ações de proteção social nas áreas de atuação do PPV.

Reunião Ordinária CSPS
A reunião contou com a participação de representantes das Bases de Comunitárias de Segurança (BCS), de movimentos sociais, das demais secretarias de estado que compõem a CSPS (Segurança Pública, Turismo, Cultura, Educação), do superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Sudef), Alexandre Baroni, do coordenador de Políticas de Juventude (Cojuve), Jabes Soares, do presidente do Conselho Estadual de Juventude (Cejuve), Agnaldo Almeida, do vice-presidente do Cejuve, Caruso Costa, e da Superintendente de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos (SUDH), Anhamona de Brito.

Falando sobre a importância do diálogo e da parceria entre os Movimentos Sociais e o Governo de Estado, Anhamona de Brito destacou a importância de ouvir o que os movimentos sociais e, sobretudo, as juventudes baianas e negras pensam sobre o Pacto pela Vida. "Considerando que na área dos Direitos Humanos da SJDHDS nós temos uma responsabilidade diferenciada, no que diz respeito à garantia dos interesses dos jovens da Bahia, e também por nosso papel no Pacto pela Vida, foi necessário e pertinente realizar um encontro para trazer as vozes, os olhares e as produções das pessoas que estão nas comunidades, construindo caminhos para que as opressões e violências se deem por superadas ou pelo menos reduzidas", enfatizou.

O entendimento e debate da necessidade de investimento e de se priorizar projetos que valorizem os empreendedores sociais foi ponto comum entre os participantes do encontro. Para Marcos Rezende, coordenador geral do Coletivos de Entidades Negras (CEN), é necessário e urgente um investimento nos trabalhos e projetos de jovens de comunidades, para que haja um amplo acesso à cultura, arte e educação.

"Existem ações que estão acontecendo na sociedade que não são vistas. São trabalhos feitos por empreendedores sociais, pessoas com soluções inovadoras para os problemas sociais mais prementes. Através desses trabalhos, muitos jovens negros e da favela ocupam suas mentes, ganham renda, além de não seguirem por caminhos errados", disse Rezende.