21/07/2015
Reunidos no auditório da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), no Cabula, estudantes de Comunicação Social de todo o país participaram na noite desta segunda – feira (20), da plenária “Diversidade”, atividade que integrou a programação do 36º Encontro Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Enecom).
Com o tema “Movimento LGBT: perspectivas e desafios na mídia hegemônica”, o painel, que contou com a participação de Paulett Furacão, da superintendência de Apoio e Defesa dos Direitos Humanos (SUDH/SJDHDS), Vinícius Zacarias, do Coletivo Aquenda de Diversidade Sexual e Sandra Muñoz, diretora do Movimento de Lésbicas e Mulheres Bissexuais da Bahia trouxe para os alunos do curso de Jornalismo, Cinema, Publicidade e Propaganda, Rádio e Televisão, uma reflexão sobre a realidade do movimento LGBT nas conquistas de espaços relevantes, por meio das diversas mídias.
De acordo com Paulett, os futuros comunicólogos precisam ter uma formação política e humana para que, durante o exercício da profissão, não cometam os mesmos equívocos que os atuais veículos de comunicação cometem, quando tratam da temática LGBT. “É impressionante como os conteúdos jornalísticos e publicitários ainda trazem sintomas da LGBTfobia, contribuindo para a invisibilidade das lésbicas, homossexuais, transsexuais e outros segmentos”.
Com o tema “Movimento LGBT: perspectivas e desafios na mídia hegemônica”, o painel, que contou com a participação de Paulett Furacão, da superintendência de Apoio e Defesa dos Direitos Humanos (SUDH/SJDHDS), Vinícius Zacarias, do Coletivo Aquenda de Diversidade Sexual e Sandra Muñoz, diretora do Movimento de Lésbicas e Mulheres Bissexuais da Bahia trouxe para os alunos do curso de Jornalismo, Cinema, Publicidade e Propaganda, Rádio e Televisão, uma reflexão sobre a realidade do movimento LGBT nas conquistas de espaços relevantes, por meio das diversas mídias.
De acordo com Paulett, os futuros comunicólogos precisam ter uma formação política e humana para que, durante o exercício da profissão, não cometam os mesmos equívocos que os atuais veículos de comunicação cometem, quando tratam da temática LGBT. “É impressionante como os conteúdos jornalísticos e publicitários ainda trazem sintomas da LGBTfobia, contribuindo para a invisibilidade das lésbicas, homossexuais, transsexuais e outros segmentos”.
Enecom - Com o tema “Potência e ato: modos diversos de ser!”, o ENECOM tem como objetivo integrar e promover debates no âmbito da comunicação, mobilização social, democratização e os desafios do comunicador enquanto ser social, político e profissional. Desse modo, o encontro tem o intuito de analisar, repensar e fortalecer essa reflexão para além das universidades, na perspectiva classista de transformar a sociedade e superar toda a forma de opressão e exploração.