30/10/2017
Exposição, feira de artesanato, desfile de moda, apresentações culturais e palestras integram o calendário de ações da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) em menção ao mês da consciência negra; novembro. A programação ainda prevê sessão especial na Assembleia Legislativa (Alba) com o tema "Direitos Humanos no Combate ao Racismo Institucional na Bahia".
"O racismo é uma estrutura perversa, que perpassa todas as situações. Só quem é negro sabe o que é. E o racismo institucional tira a oportunidade de direitos adquiridos. Então, o Estado assumir que existe racismo e que ele deve e precisa ser discutido em todas as esferas, e de dentro pra fora, possibilita que os servidores públicos analisem as suas condutas e relações", destacou a coordenadora do Programa de Proteção aos Direitos Humanos da SJDHDS, Isaura Genoveva, que também integra a Comissão Estadual de Enfrentamento ao Racismo.
O grupo foi instituído em 21 de janeiro de 2016, Dia de Combate à Intolerância Religiosa. "Essa Comissão é um marco importante, porque percebemos as nuances do racismo em várias esferas e trazer essa discussão para dentro do serviço público, fazendo primeiro a autoanálise, sem dúvida ajuda a combater essas práticas", pontuou Isaura.
Na manhã desta segunda-feira (20), a Comissão reuniu-se com o secretário da SJDHDS, Carlos Martins, para definir os detalhes da programação. "A Secretaria apoia e incentiva ações como essa, de combate ao racismo com conscientização e promoção da autoestima dos negros e negras que atuam no funcionalismo público para assegurar um tratamento equânime, com respeito às diferenças e promoção dos Direitos Humanos", defendeu Martins.
Programação
A proposta é utilizar os corredores da SJDHDS como galeria para expor fotos dos servidores e servidoras, negros e negras, a partir de 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra. Já a feira de artesanato deve ser realizada na entrada da Secretaria, incluindo também arte indígena, na semana da Consciência. E, para o evento oficial, na Alba, dia 30, serão convidadas as secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, de Cultura (Secult), Arany Santana, e do Trabalho, Emprego e Renda (Setre), Olívia Santana.
"O racismo é uma estrutura perversa, que perpassa todas as situações. Só quem é negro sabe o que é. E o racismo institucional tira a oportunidade de direitos adquiridos. Então, o Estado assumir que existe racismo e que ele deve e precisa ser discutido em todas as esferas, e de dentro pra fora, possibilita que os servidores públicos analisem as suas condutas e relações", destacou a coordenadora do Programa de Proteção aos Direitos Humanos da SJDHDS, Isaura Genoveva, que também integra a Comissão Estadual de Enfrentamento ao Racismo.
O grupo foi instituído em 21 de janeiro de 2016, Dia de Combate à Intolerância Religiosa. "Essa Comissão é um marco importante, porque percebemos as nuances do racismo em várias esferas e trazer essa discussão para dentro do serviço público, fazendo primeiro a autoanálise, sem dúvida ajuda a combater essas práticas", pontuou Isaura.
Na manhã desta segunda-feira (20), a Comissão reuniu-se com o secretário da SJDHDS, Carlos Martins, para definir os detalhes da programação. "A Secretaria apoia e incentiva ações como essa, de combate ao racismo com conscientização e promoção da autoestima dos negros e negras que atuam no funcionalismo público para assegurar um tratamento equânime, com respeito às diferenças e promoção dos Direitos Humanos", defendeu Martins.
Programação
A proposta é utilizar os corredores da SJDHDS como galeria para expor fotos dos servidores e servidoras, negros e negras, a partir de 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra. Já a feira de artesanato deve ser realizada na entrada da Secretaria, incluindo também arte indígena, na semana da Consciência. E, para o evento oficial, na Alba, dia 30, serão convidadas as secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, de Cultura (Secult), Arany Santana, e do Trabalho, Emprego e Renda (Setre), Olívia Santana.