27/07/2017
A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), por meio da Coordenação de Proteção à Criança e ao Adolescente (CPCA), reativará, ainda nesse trimestre, a Escola de Conselhos, que tem como objetivo promover a qualificação de conselheiros tutelares e dos direitos da criança e do adolescente do Estado da Bahia.
Para a coordenadora da CPCA, Iara Farias, “a escola dará aos Conselheiros de Direitos e Tutelares melhores compreensões de suas atribuições e noção do importante papel que têm dentro de nossa sociedade”, destacou Iara.
A SJDHDS, em parceria com a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), promoverá uma capacitação para mais de 1.360 conselheiros. Serão 60 turmas distribuídas nos 6 polos de formação: Salvador, Feira de Santana, Barreiras, Juazeiro, Vitória da Conquista e Itabuna. O curso será realizado em 18 meses, ministrado em 4 eixos. Os conteúdos serão distribuídos em 9 módulos e 10 oficinas. O curso terá, ao total 200 horas, sendo 160 com aulas presenciais e 40 a distância.
A novidade foi anunciada pela coordenadora Iara Farias durante a abertura do primeiro curso de capacitação de Direitos Humanos no Semiárido da Bahia, no município de Mairi, realizado na terça-feira (25), no auditório da Secretaria da Cultura, Esporte e Lazer.
Curso de capacitação de Direitos Humanos
A cidade de Mairi recebeu profissionais de Assistência Social, Conselheiros Tutelares e lideranças da região para a abertura e aula inaugural do primeiro curso de capacitação de Direitos Humanos. Durante a aula, os profissionais assistiram uma palestra sobre Educação em Direitos Humanos, a presidente do Juspopuli – Escritório de Direitos Humanos, Marília Lomanto. O evento foi promovido pelo Juspopuli com apoio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e em parceria com a Prefeitura Municipal de Mairi.
Durante o evento, a coordenadora Proteção da Criança e do Adolescente da SJDHDS, Iara Farias, destacou a importância da capacitação dos profissionais. “Com a capacitação, os profissionais estarão mais qualificados e atuantes, fortalecendo os setores relativos à efetivação dos direitos da Criança e do Adolescente”, salientou Iara.
Para o secretário de Assistência Social de Mairi, Carlos César de Jesus, a capacitação proporcionará um melhor desempenho nas funções dos profissionais. “O curso, além de aperfeiçoar o atendimento prestado à população, também dará condições aos profissionais em intervir nas políticas públicas e não apenas dar aval às ações de governo”, disse Carlos César.
Durante a aula inaugural, a presidente do Juspopuli colocou em pauta quatro pontos de discussão. O primeiro em relação à conjuntura político-jurídica na era dos conflitos e o contexto contemporâneo dos direitos humanos. O segundo tema abordado foi a educação como processo de conhecimento de direitos e de mecanismos de exigibilidade. Ela destacou ainda os desafios do protagonismo dos sujeitos e organizações sociais na construção de formas dialógicas de convivência com a diversidade e de lutas pelos direitos humanos.
Por fim, quarta pauta abordou sobre o Semiárido como lugar de possibilidades do processo educativo emancipatório para a efetivação de direitos humanos. Marília destacou ainda os desafios do protagonismo dos sujeitos e organizações sociais na construção de formas dialógicas de convivência com a diversidade e de lutas pelos direitos humanos.
Para a coordenadora da CPCA, Iara Farias, “a escola dará aos Conselheiros de Direitos e Tutelares melhores compreensões de suas atribuições e noção do importante papel que têm dentro de nossa sociedade”, destacou Iara.
A SJDHDS, em parceria com a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), promoverá uma capacitação para mais de 1.360 conselheiros. Serão 60 turmas distribuídas nos 6 polos de formação: Salvador, Feira de Santana, Barreiras, Juazeiro, Vitória da Conquista e Itabuna. O curso será realizado em 18 meses, ministrado em 4 eixos. Os conteúdos serão distribuídos em 9 módulos e 10 oficinas. O curso terá, ao total 200 horas, sendo 160 com aulas presenciais e 40 a distância.
A novidade foi anunciada pela coordenadora Iara Farias durante a abertura do primeiro curso de capacitação de Direitos Humanos no Semiárido da Bahia, no município de Mairi, realizado na terça-feira (25), no auditório da Secretaria da Cultura, Esporte e Lazer.
Curso de capacitação de Direitos Humanos
A cidade de Mairi recebeu profissionais de Assistência Social, Conselheiros Tutelares e lideranças da região para a abertura e aula inaugural do primeiro curso de capacitação de Direitos Humanos. Durante a aula, os profissionais assistiram uma palestra sobre Educação em Direitos Humanos, a presidente do Juspopuli – Escritório de Direitos Humanos, Marília Lomanto. O evento foi promovido pelo Juspopuli com apoio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e em parceria com a Prefeitura Municipal de Mairi.
Durante o evento, a coordenadora Proteção da Criança e do Adolescente da SJDHDS, Iara Farias, destacou a importância da capacitação dos profissionais. “Com a capacitação, os profissionais estarão mais qualificados e atuantes, fortalecendo os setores relativos à efetivação dos direitos da Criança e do Adolescente”, salientou Iara.
Para o secretário de Assistência Social de Mairi, Carlos César de Jesus, a capacitação proporcionará um melhor desempenho nas funções dos profissionais. “O curso, além de aperfeiçoar o atendimento prestado à população, também dará condições aos profissionais em intervir nas políticas públicas e não apenas dar aval às ações de governo”, disse Carlos César.
Durante a aula inaugural, a presidente do Juspopuli colocou em pauta quatro pontos de discussão. O primeiro em relação à conjuntura político-jurídica na era dos conflitos e o contexto contemporâneo dos direitos humanos. O segundo tema abordado foi a educação como processo de conhecimento de direitos e de mecanismos de exigibilidade. Ela destacou ainda os desafios do protagonismo dos sujeitos e organizações sociais na construção de formas dialógicas de convivência com a diversidade e de lutas pelos direitos humanos.
Por fim, quarta pauta abordou sobre o Semiárido como lugar de possibilidades do processo educativo emancipatório para a efetivação de direitos humanos. Marília destacou ainda os desafios do protagonismo dos sujeitos e organizações sociais na construção de formas dialógicas de convivência com a diversidade e de lutas pelos direitos humanos.