31/08/2018
O Centro Social Urbano (CSU) de Pernambués, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), ganhou um Laboratório Tecnológico de Robótica para atender inicialmente, por ano, 100 jovens da comunidade. A iniciativa é fruto de parceria entre Governo do Estado e do Instituto Social Campus Party, através do Programa Include. O evento de inauguração do Laboratório foi realizado na manhã de hoje (30), no CSU.
A unidade do programa no CSU vai contemplar duas turmas, em dois turnos (manhã e tarde), com 25 alunos cada. Poderão participar crianças e adolescentes (10 a 18 anos) que receberão, além da formação de seis meses, uniforme, material didático, acesso às tecnologias (miniaturas de drone e impressora 3D, robôs, computadores, entre outros).
"Além de promover a inclusão social e tecnológica para os adolescentes, os monitores, que ministrarão as oficinas, também são da própria comunidade e estão sendo capacitados pelo sistema de ensino do Include", disse Rose Rian, coordenadora do CSU.
De acordo com Ramon Rebouças, coordenador local do Inclube, a metodologia do programa utiliza a robótica como instrumento de transformação social. “Ao final do curso, os jovens apresentarão projetos de intervenção social, por meio das tecnologias, que minimizem problemas de áreas mais críticas da comunidade, como habitação, saneamento básico, entre outras”, pontuou.
O Include by Campus Party é um programa do Instituto Campus Party que constrói laboratórios de robótica comunitários através de parcerias públicas e privadas. Tem como objetivo proporcionar uma formação educacional e profissional para uma juventude socialmente vulnerável.
"Nosso propósito é dar condição de vida justa e digna, através do resgate de crianças e adolescentes do mundo das drogas. É usar a tecnologia como via de inclusão social, digital e profissional", afirmou Francesco Farruggia, presidente do instituto Campus Party.
"Nosso propósito é dar condição de vida justa e digna, através do resgate de crianças e adolescentes do mundo das drogas. É usar a tecnologia como via de inclusão social, digital e profissional", afirmou Francesco Farruggia, presidente do instituto Campus Party.