06/03/2020
Foi-se o tempo em que as mulheres eram rotuladas como sexo frágil. Aquela história de que são os homens quem cuidam da segurança já não tem mais representatividade na Companhia de Transporte do Estado da Bahia (CTB). O uniforme pesado, botas, colete e boné não conseguem esconder a feminilidade e delicadeza da supervisora de segurança de 40 anos, Uilza Bispo Silva. No cargo de chefia há sete anos, Uilza é a prova de que lugar de mulher é onde ela quiser!

A ex ajudante de cozinha descobriu sua verdadeira profissão quando decidiu fazer o curso preparatório para vigilante, há 15 anos. Hoje já lidera mais de 114 agentes de segurança. Uilza ainda afirma que, o que antes era apenas um trabalho temporário, hoje já é sua profissão. “Na época minha pretensão era só para passar pouco tempo, porque precisava trabalhar, mas me identifiquei com a área e não me vejo fazendo outra coisa! Agora estou fazendo curso de Gestão em Segurança”, comemora com sorriso largo, devidamente maquiada com sombra cor de rosa e rímel, e descreve como a dedicação e comprometimento foram os responsáveis para chegar ao cargo de chefia.
O respeito e coleguismo de todos da equipe de segurança é notório para quem chega à Estação de trem da Calçada, no Subúrbio ferroviário. Porém o número de mulheres vigilantes ainda está aquém do esperado. Dos 114 agentes, apenas 13 são mulheres. Segundo Uilza, as mulheres deveriam usar seu sexto sentido e delicadeza para cargos como este, “afinal nós sabemos lidar com qualquer tipo de situação de maneira mais cautelosa”. Não à toa que os seus colegas de trabalho, homens, sempre recorrem a ela para resolver situações em que certamente a inteligência emocional feminina conta, e muito.

A supervisora de segurança conta que, certa vez um usuário foi repreendido por ela e, imediatamente, ele disse que só se reportaria a um vigilante homem. “Neste momento, a polícia foi acionada e disse ao senhor que ele deveria respeitar as meninas da segurança”, relata com sorriso no rosto e finaliza com a frase “Eu converso bastante e não discuto. Tento sempre apaziguar a situação. Mas falta de respeito eu não admito”.
Mulher no comando:
Nos setores de transporte e logística, as mulheres ainda são minoria não apenas nos cargos de chefia. De acordo com última pesquisa realizada pelo IBGE, o segmento de transporte tem cerca de 2,2 milhões de profissionais, sendo 17% do sexo feminino.

A ex ajudante de cozinha descobriu sua verdadeira profissão quando decidiu fazer o curso preparatório para vigilante, há 15 anos. Hoje já lidera mais de 114 agentes de segurança. Uilza ainda afirma que, o que antes era apenas um trabalho temporário, hoje já é sua profissão. “Na época minha pretensão era só para passar pouco tempo, porque precisava trabalhar, mas me identifiquei com a área e não me vejo fazendo outra coisa! Agora estou fazendo curso de Gestão em Segurança”, comemora com sorriso largo, devidamente maquiada com sombra cor de rosa e rímel, e descreve como a dedicação e comprometimento foram os responsáveis para chegar ao cargo de chefia.
O respeito e coleguismo de todos da equipe de segurança é notório para quem chega à Estação de trem da Calçada, no Subúrbio ferroviário. Porém o número de mulheres vigilantes ainda está aquém do esperado. Dos 114 agentes, apenas 13 são mulheres. Segundo Uilza, as mulheres deveriam usar seu sexto sentido e delicadeza para cargos como este, “afinal nós sabemos lidar com qualquer tipo de situação de maneira mais cautelosa”. Não à toa que os seus colegas de trabalho, homens, sempre recorrem a ela para resolver situações em que certamente a inteligência emocional feminina conta, e muito.

Mulher no comando:
Nos setores de transporte e logística, as mulheres ainda são minoria não apenas nos cargos de chefia. De acordo com última pesquisa realizada pelo IBGE, o segmento de transporte tem cerca de 2,2 milhões de profissionais, sendo 17% do sexo feminino.
Fonte
ASCOM CTB