05/03/2021
Mulheres no comando sim. A conquista do público feminino em diversos espaços da sociedade ao longo dos anos representa um passo fundamental na luta pela igualdade de gênero e a quebra de paradigmas. A mulher é símbolo de resistência, perseverança, amor e coragem. Seu papel como ser humano acrescenta lições únicas de como enfrentar a vida de maneira valiosa e responsável.
A mulher deixou de ser apenas uma figura secundária, sem direitos, à margem do grupo social e numa esfera de preconceito, para virar voz ativa e liderar campanhas em prol de um mundo justo e solidário. A essência das mulheres aparece nos gestos simples e em momentos difíceis.
No quadro de colaboradores da Companhia de Transporte do Estado da Bahia (CTB), é possível encontrar diversos exemplos, como a secretaria executiva, Antônia Andrade Souza, 43 anos, que há 13 anos trabalha na CTB. Antonia é uma dessas mulheres motivo de inspiração, e exercer as atividades profissionais na Companhia representa muito orgulho. “É um privilégio desempenhar as funções na CTB como secretaria executiva da Diretoria de Operação e Manutenção (DIROM). Isso demonstra a minha capacidade de executaras demandas de forma ética”, ressalta.
A mulher deixou de ser apenas uma figura secundária, sem direitos, à margem do grupo social e numa esfera de preconceito, para virar voz ativa e liderar campanhas em prol de um mundo justo e solidário. A essência das mulheres aparece nos gestos simples e em momentos difíceis.
No quadro de colaboradores da Companhia de Transporte do Estado da Bahia (CTB), é possível encontrar diversos exemplos, como a secretaria executiva, Antônia Andrade Souza, 43 anos, que há 13 anos trabalha na CTB. Antonia é uma dessas mulheres motivo de inspiração, e exercer as atividades profissionais na Companhia representa muito orgulho. “É um privilégio desempenhar as funções na CTB como secretaria executiva da Diretoria de Operação e Manutenção (DIROM). Isso demonstra a minha capacidade de executaras demandas de forma ética”, ressalta.

Antônia: “Ser mulher é ser guerreira”
Antonia acredita que a data em alusão ao Dia Internacional da Mulher na próxima segunda-feira (08), é algo simbólico cuja sociedade precisa refletir. “Os nossos direitos devem ser lembrados e executados todos os dias. O mês de março serve como um período de marco para homenagear aquelas mulheres que à frente de seu tempo lutou e conquistou o espaço necessário”, destaca.
Legado
Para a Secretaria da Diretoria de Presidência (DIPRE), Renata Sá, ser mulher simboliza ter fé, ser forte, aceitar e vencer os desafios diários sem perder a sensibilidade. “O empoderamento feminino como a própria palavra diz é ter o controle sobre as nossas próprias vidas, nossos destinos e ser capaz”, reforça.
De acordo com Renata, o momento da pandemia da Covid-19 mostrou a luta das mulheres em superar as diversas dificuldades. A pós-graduada em Relações Públicas pontua como a situação epidemiológica deixou mais clara à desigualdade entre gêneros. “Temos que nos dividir entre o trabalho home office ou presencial, as atividades em família e o isolamento social”, diz.
De acordo com Renata, o momento da pandemia da Covid-19 mostrou a luta das mulheres em superar as diversas dificuldades. A pós-graduada em Relações Públicas pontua como a situação epidemiológica deixou mais clara à desigualdade entre gêneros. “Temos que nos dividir entre o trabalho home office ou presencial, as atividades em família e o isolamento social”, diz.

Renata Sá, 42 anos, há 20 anos trabalha na Companhia de Transporte do Estado da Bahia (CTB)
Vivência
A mulher tem o poder de transformar os gestos difíceis em delicadeza. Mesmo diante de um dos piores momentos humanitários é possível notar a atuação impecável na linha de frente contra a doença de médicas, polícias, jornalistas, empresárias e outras diversas profissões. O público feminino se reinventa e nunca perde sua essência.
Para a segurança do prédio administrativo da CTB, Ana Maria, mesmo com o isolamento social é possível observar a união do gênero feminino em várias ocasiões. “Não precisamos de muito para se ajudar. A gente só deseja amor, humildade e atitudes verdadeiras”, reitera.
Para a segurança do prédio administrativo da CTB, Ana Maria, mesmo com o isolamento social é possível observar a união do gênero feminino em várias ocasiões. “Não precisamos de muito para se ajudar. A gente só deseja amor, humildade e atitudes verdadeiras”, reitera.

Ana Maria trabalha há cinco anos na CTB na função de segurança.
Para a secretaria executiva da Diretoria Administrativa Financeira (DIRAF), Emineide Franca, a mulher enfrenta uma luta diária para sobreviver em todos os papeis, seja como mãe, filha, esposa e profissional. “O Dia Internacional da Mulher representa o símbolo de heroínas que lutaram por uma vida digna”, enfatiza.

Neide: "Precisamos cuidar do próximo como gostaríamos de cuidados”
A assessora técnica da Diretoria de Presidência (DIPRE) da CTB, Renata Lima, frisa como a presença das mulheres ganhou novas perspectivas e potencialidades em diferentes áreas do coletivo. Segundo Renata, a luta do gênero pelos seus benefícios precisa ser lembrada.
Para Renata, nesse momento no qual a sociedade tenta se adaptar a uma nova realidade é importante a reflexão e olhar mais íntimo sobre os hábitos pessoais e interpessoais. “Devemos extrair o período da melhor forma, a reflexão intima e seu aprendizado, pois uma característica feminina é a resiliência gentil”, aponta.
Para Renata, nesse momento no qual a sociedade tenta se adaptar a uma nova realidade é importante a reflexão e olhar mais íntimo sobre os hábitos pessoais e interpessoais. “Devemos extrair o período da melhor forma, a reflexão intima e seu aprendizado, pois uma característica feminina é a resiliência gentil”, aponta.

Renata Lima: “Eu comecei a entender melhor, a importância do meu papel na sociedade, aos 14 anos de idade”
Fonte
ASCOM/CTB