Estratégias para o fortalecimento da cadeia do caju são tratadas em reunião

24/11/2015
A elaboração de estratégias para o fortalecimento da cadeia produtiva do caju para o ano de 2016 foram discutidas, nesta terça-feira (24), durante reunião realizada no Centro de Treinamento da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), entre Wilson Dias, diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada a SDR, e integrantes do Comitê Gestor do Caju, composto pela Rede de Cooperativas Singulares e Central de Comercialização da Cajucultura dos Territórios de Identidade do Sisal, Semiárido Nordeste II e Portal do Sertão.Dentre as ações previstas para o ano de 2016, estão o levantamento de capital de giro; a capacitação dos cajucultores, por meio da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), fruto de parceria entre a CAR e a Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater); ações de apoio logístico, por meio de política territorial; aquisição de máquinas automáticas para corte de castanhas de caju, também fruto de parceria com a CAR.O diretor Wilson Dias reforçou o apoio da SDR/CAR e, também, destacou a importância do planejamento para obtenção de êxito na execução das demandas. "O diálogo e elaboração de planejamento construído pelos atores envolvidos é um dos caminhos para obtenção de resultados exitosos no atendimento das demandas apresentadas que, neste caso em especial, objetivam o fortalecimento da cadeia produtiva do caju".Domingas Genialda Jesus de Miranda, presidente da Cooperativa Regional dos Agricultores Familiares, dos municípios de Antas, Novo Triunfo e Sítio do Quinto (Coopans), que é integrante da Comitê Gestor, comenta que a discussão potencializa e valoriza a cadeia produtiva da caju e, consequentemente, o trabalho dos agricultores familiares. "Ação articulada, entre cooperativa e Estado, fortalece ainda mais esta cadeia produtiva, gerando emprego e renda nos Territórios. Utilizamos o caju para produção da polpa de frutas, geléias, licores, doces e a castanha processada da amêndoa, podemos consumí-la em pratos, a exemplo da culinária baiana. Estamos ganhando mercado e vendendo nossos produtos em feiras, supermercados do interior e daqui da capital, além de serem consumidas pelos estudantes da rede pública municipal por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Por meio deste planejamento, esperamos melhorar ainda mais nossa produção em parceira com a SDR/CAR, Fundação Banco do Brasil e Conab."Partciparam da reunião agricultores familiares que integram a Rede de Cooperativas dos Cajucultores Familiares do Nordeste da Bahia, que constitue o Comitê Gestor do Caju, membros da Conab, Fundação Banco do Brasil, além assessoria do senador Walter Pinheiro, da deputada estadual Fátima Nunes e deputado federal Irmão Lázaro.

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