onheça aqui os historiadores e pesquisadores que estarão no Curso Conversando com a sua História especial Mês da África.
Luciane Ramos-Silva
É antropóloga, bailarina e mobilizadora cultural. Possui mestrado em antropologia social e desenvolve doutorado em Artes da Cena ambos na UNICAMP. Atua como gestora de projetos no Acervo África, membro do corpo editorial da Revista OMenelick2Ato e do grupo Rituais e Linguagens- a Elaboração Estética (PPGADC-Unicamp) . Na interface entre artes da cena, estudos africanos e educação foca suas atuações em estéticas decoloniais.
Daniela Moreau
É historiadora (USP) e mestre em Ciências Políticas (UNICAMP). Realiza viagens de pesquisa ao continente africano desde 1995, principalmente na região do Sahel. Vive e trabalha em São Paulo, onde fundou e coordenou por dez anos a Casa das Áfricas. Atualmente, dirige o Acervo África, programa que disponibiliza para pesquisa uma coleção de mais de 1.500 peças da cultura material africana.
Luis Nicolau Parés
Possui graduação em Filologia Inglesa - Universitat de Barcelona (1985), mestrado em Communication Arts - New York Institute of Technology (1989) e PhD pela School of Oriental and African Studies, University of London (1997). Recebeu uma John Hope Franklin Fellowship, para estagio pós-doutoral no National Humanities Center, North Carolina, USA (2010-11). Desde 2004 é professor adjunto no Departamemnto de Antropologia da Universidade Federal da Bahia. Especialista na área da história e antropologia das populações afro-brasileiras e da África ocidental, atua principalmente nos seguintes temas: religiões africanas e afro-brasileiras, etnicidades africanas no Brasil e antropologia visual. Foi editor da revista Afro-Ásia entre 2005 e 2008.
Mahfouz Ag Adnane
É mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pela Universidade do Cairo em História africana contemporânea. Dedica-se aos estudos sobre a história do Saara, principalmente, da sociedade Tamacheque (Tuaregue), tanto no período colonial como após as independências dos países africanos. É membro e pesquisador do núcleo Amanar da Casa das Áfricas e membro do CECAFRO, Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora. Além de suas dissertações, publicou o artigo "Paisagens saarianas: palavra da estética Kel Tamacheque" em co-autoria com Denise Dias Barros e os seguintes trabalhos apresentados em anais de congressos "Arte e história: raízes coloniais do movimento cultural tamacheque Ichúmar (1893/4 à 1963)" e "Resistência cultural Kel Tamacheque no pós-colonial no Mali e no Níger: o movimento Ichúmar. In: XXVII Simpósio Nacional de História".
Paulo Fernando de Moraes Farias
Um dos mais renomados africanistas da atualidade, nascido na Bahia e radicado na Inglaterra. Formou-se em medicina e em história. Viveu vários anos na África do oeste, região na qual continua a trabalhar como pesquisador. Atualmente é pesquisador e professor do Centre of West African Studies da Universidade de Birmingham (senior lecturer). Trabalhou no Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia e no Instituto Fundamental da África Negra da Universidade de Dakar (hoje Universidade Cheikh Anta Diop), Senegal. Ensinou história da África na Universidade Ahmadou Bello, Nigéria. Orientou diversas teses sobre história da África do oeste e sobre relações entre África e América Latina. Paulo de Moraes Farias é estudioso das interfaces entre islã e outras tradições africanas na região do Borgu e Iorubá (Nigéria e República do Benin) e especialista em epigrafia árabe medieval no Mali. Realizou igualmente importantes estudos sobre história do oeste do Saara (Mauritânia) e sobre tradições Mande, Songhay e Tamasheq (Mali). Publicou pela Oxford University Press uma obra de fundamental importância para os estudos medievais, para os estudos sobre o islã e sobre historiografia da África do oeste: ‘Arabic Medieval Inscriptions from the Republic of Mali: Epigraphy, Chronicles and Songhay-Tuareg History.
Carlos da Silva Jr
Mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia. Na sua pesquisa de doutorado (Universidade de Hull, no Reino Unido), ele busca identificar as origens étnicas dos africanos escravizados na Bahia na segunda metade do século XVIII e primeira do século XIX.