O recolhimento e disponibilização ao público de acervos privados de reconhecido valor histórico é uma das principais ações do Centro de Memória da Bahia – vinculado à Fundação Pedro Calmon/ SecultBA.
Neste ano, através dos Laboratórios de Restauro de Documentos Históricos e de Digitalização de Documentos Históricos, foram higienizados, descritos e digitalizados 54.878 folhas de livros e documentos.
O Laboratório de Restauro de Documentos Históricos apresenta categorias de preservação voltadas aos acervos documentais e bibliográficos, que requerem tratamentos técnicos científicos: conservação e restauração.
Esses métodos prolongam a vida útil dos acervos, através do desenvolvimento de atividades que consistem em estudo, análise e tratamento individual de cada item, tendo em vista suas necessidades.
Já a criação de políticas que garantam a salvaguarda, a disseminação e o acesso aos acervos documentais e bibliográficos do Centro de Memória da Bahia, é responsabilidade do Laboratório de Digitalização de Documentos Históricos.
Acervo – Neste ano, em celebração aos 30 anos do Centro de Memória da Bahia, a instituição abriu os horizontes e passou a receber também acervos privados de interesse público de outras áreas além da política, como a cultura. A professora, dançarina e coreógrafa, Lia Robatto, e seu esposo, o fotógrafo e arquiteto, Silvio Robatto (1936 – 2008), inauguraram essa nova fase com a doação dos seus acervos.
O acervo de Lia Robatto é composto de mil documentos como registros fotográficos, cartazes, diplomas e recortes de jornais, e foi doado em setembro deste ano. Já o de Silvio contém 45 mil documentos como recortes de jornais, registros fotográficos, cartazes e documentos pessoais, e foi doado em novembro.
Foto: Rosilda Cruz
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