Debates, palestras, exposição e performances artísticas compõem a programação da conferência internacional “Ecos do Atlântico Sul – Sobre o futuro das relações transatlânticas do Sul”, que acontece entre os dias 23 a 25 de abril (segunda a quarta), em Salvador.
Mais de 60 artistas, curadores, cientistas e pensadores nacionais e internacionais, vindos de países da África, Europa e América do Sul, são convidados para o evento promovido pelo Goethe-Institut e Universidade Federal da Bahia (UFBA).
O diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo, esteve presente na cerimônia de abertura representando a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Como destaques, o evento recebe como palestrantes a antropóloga brasileira Lilia Schwarcz, o curador camaronense Bonaventure Ndikung e a antropóloga holandesa Nanette Snoep. Em sua exposição, também batizada de “Ecos do Atlântico Sul”, com curadoria de Ines Linke e Uriel Bezerra, exibe obras de 15 criadores/coletivos, a exemplo do artista sonoro nigeriano Emeka Ogboh e dos brasileiros Ayrson Heráclito e Camila Sposati, e ainda performances de Anita Ekman, Carol Barreto, Jota Mombaça e Sarojini Lewis.