29/10/2018
Um dos destaques das atividades ficou por conta do bate papo sobre a importância da escrita no ambiente digital com Tia Má e Sulivã Bispo. “Sou muito fã, ela (Tia Má) é um símbolo de empoderamento negro, acompanho a carreira dela desde o início e admiro demais, sou de Salvador e estou aqui por causa de Tia Má”, comentou a estudante Camille Emanuela Oliveira (16).
Outro destaque da programação da FPC foi o bate papo com os autores baianos que fizeram parte da edição comemorativa dos 40 anos do Cadernos Negros 40 anos. Com publicações anuais desde seu primeiro lançamento, a antologia tem um papel fundamental na literatura brasileira, além de uma roda de conversa com autores baianos como Franciel Cruz, Alex Simões, Caó Alves, José Walter Pires e Emanuela de Carvalho.
O Violão e a Palavra – A noite de sábado (11), nas escadarias da Câmara e Cadeia, foi hora da música e das influencias musicais da cantora, compositora e historiadora Juliana Ribeiro. Juliana conseguiu unir num bate papo agradável, com mediação de Valdineia Soriano, música, poesia, leitura, influências e referencias musicais.
Bibex – Cerca de 2.500 pessoas participaram das atividades da Biblioteca de Extensão (Bibex). “É o quinto ano que trago minhas filhas, aqui na Fliquinha. As atividades desenvolvidas pela Bibex são ótimas. Moramos em um município pequeno e não temos livraria, essa unidade abre espaço para todos dando incentivo maior à leitura”, diz a dona de casa, Edneia Gomes, 39 anos.
Casa Educar para Transformar – Este ano o público que foi conferir a Flica, pode contar com mais um espaço. A Fundação Hansen abrigou diversas atividades da FPC. A exposição dos textos do IV Concurso para Escritores Escolares, a exibição da campanha Memórias de Leitura, oficina de Escrita Criativa e Autopublicação e os totens da Biblioteca Virtual Consuelo Pondé, com três totens conectados à internet onde o usuário acessava todo o conteúdo da biblioteca virtual. Acesse a galeria da Flica em Cachoeira.