Começou na última quinta-feira (21), a segunda edição da Festa Literária de Uauá (Fliu). O evento vai abordar temas ligados ao processo literário durante à pandemia e como esse processo pode ser transformador na formação da sociedade.
A Fliu terá uma programação com mesas literárias, programação infantil e musical e exibição com nomes locais e nacionais. A mesa de abertura contou com o curador da Festa, Maviel Melo, o Secretário de Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, e do diretor geral da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBa), Zulu Araújo.
O secretário de educação destacou a importância e o papel das festas literárias na Bahia. “Esses eventos são fundamentais para o fortalecimento do diálogo entre a cultura, a arte e a educação”. Jerônimo Rodrigues ainda reforçou a parceria da Secretaria de Educação com a FPC. “Desde o nosso primeiro encontro em Feira de Santana, em 2019, essa parceria entre educação e cultura vem colhendo bons frutos”.
A Fliu tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e da Fundação Pedro Calmon (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
Para Zulu Araújo, a Lei Aldir Blanc é “um esforço coletivo de agentes culturais que entendem que a cultura precisa ser vista como elemento estratégico de crescimento”. Segundo ele, “a Fliu é resultado desse esforço coletivo, (o Prêmio Fundação Pedro Calmon contemplou 22 Festas Literárias) que tem no seu objetivo ser um espaço de incentivo e acesso ao livro e a leitura”.
Ao longo da Fliu a programação terá debates sobre temas fundamentais para o desenvolvimento humano e contará com nomes da literatura, música, teatro e política, como Xico Sá, Marcelino Freire, Braulio Bessa e Elisa Lucinda, Capinam e Roberto Mendes. A edição fará uma homenagem ao professor Jorge Portugal, que faleceu em 2020.