Aconteceu nesta segunda-feira (19), a segunda live do documentário longa-metragem “Cavalo de Santo”, que conta a história da cultura das religiões como Batuque, Umbanda e Quimbanda no Rio Grande do Sul. Baseado em livro homônimo da fotógrafa Mirian Fichtner. O filme é o resultado de dez anos de pesquisas em terreiros gaúchos.
O encontro contou com a presença de Zulu Araújo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBa) e do fotógrafo e antropólogo, Milton Guran. Com a mediação de Mirian e Carlos, o bate-papo que teve como tema: Os Orixás no pampa gaúcho, trouxe a importância dos registros de matriz africana como exemplo de inclusão no combate à intolerância religiosa no RS.
Segundo Zulu, ao abordar a história da formação das religiões, o racismo, a discriminação e a intolerância religiosa, que no Brasil se faz muito presente “o documentário apresenta a sociedade gaúcha e brasileira algo que está na invisibilidade há anos e que nunca deixou de existir, dando enorme qualidade de vida ao povo do Rio Grande do Sul e para diversidade cultural”.
O filme que foi pré-lançado no dia 16 de abril e marca estreia de Mirian Fichtner na direção de cinema tem a co-direção do jornalista e produtor cultural Carlos Caramez e foi produzido pela Cubo Filmes, em parceria com a Estação Filmes, a Pluf Fotografias e a Caminho do Mar Soluções Culturais. Contou com o apoio da Lei Aldir Blanc para sua finalização e lançamento.
Para saber mais, acesse as redes sociais oficiais do projeto.
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