A Biblioteca Central do Estado da Bahia (BCEB), unidade da Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBa), oferece uma programação cultural dedicada ao Novembro Negro. A programação conta com exposição, oficinas culturais, bate-papo, cortes afros, contação de histórias e apresentação musical.
A exposição “Cultura, Religiosidade e Arte Negra” acontece durante todo o mês, das 10h às 17h. Voltada para a religião de matriz africana, o objetivo da exposição artística é reforçar a importância cultural e as características significativas da arte africana.
Na terça-feira (23), às 14h, a unidade recebe João Jorge, presidente do Bloco Afro Olodum. Conhecido por desenvolver um trabalho importante de combate à desigualdade social e ao racismo, o convidado participa de um bate papo sobre a importância do Novembro Negro para o povo baiano e logo depois fará uma tarde de autógrafos para os participantes. Seguindo os protocolos sanitários vigentes, será permitida a entrada de 100 pessoas. Ainda na terça-feira, às 15h, acontece a oficina de torços e turbantes com Negra Jhô.
Já na quarta-feira (24), às 15h, acontece o lançamento do livro "Águas, Flores & Perfumes - resistência negra, atabaques e justiça na república" do escritor Gilson Souza, onde será permitido também a entrada de 100 pessoas. E na quinta-feira (25), às 14h, Oliver Pereira dos Santos, conhecido no Pelourinho como “O mago das Tranças”, realiza diferentes cortes afros na biblioteca. A quantidade de pessoas nos eventos seguem as medidas sanitárias, tendo a capacidade para 10 pessoas.Para encerrar a programação especial, na sexta-feira (26), às 14h, a BCEB recebe o projeto Quede Histórias, que tem o intuito de difundir a cultura regional e socializar saberes, hábitos e costumes. Por fim, a banda mirim da Escola do Olodum fecha a programação do Novembro Negro, às 16h.
Para Marcos Viana, diretor da BCEB, as atividades planejadas para o Novembro Negro têm como finalidade ampliar consciência sobre a data. “Pensamos em ações transversais que envolvem cultura, educação e memória, além da parceria para ações de saúde buscando alertar sobre a importância de cuidados específicos voltados à prevenção de doenças que afetam de forma mais abrangente o segmento da população negra”, destaca.
A unidade retomou recentemente as atividades presenciais e segue todas as medidas preventivas e protocolos de saúde em combate à pandemia do coronavírus. As atividades presenciais da Fundação Pedro Calmon seguem as determinações dos Decretos Nº 34.085, de 28 de junho de 2021, e Nº 33.717, de 01 de abril de 2021 que permitem o funcionamento dos Centros Culturais, Museus, Galerias de arte, Bibliotecas e Arquivos.
Serviço
O que: Exposição, oficinas culturais, bate-papo, cortes afros, contação de histórias, apresentação musical
Quando: 22 a 26 de novembro