Concurso para Escritores Escolares de Poesia e Prosa premia vencedores na próxima quarta (7)

01/12/2022

As estudantes vencedoras na categoria prosa, do nível fundamental II, comentam sobre a participação no concurso 

Modo de expressar e traduzir os sentimentos, a escrita é uma das oportunidades mais interessantes para a comunicação humana. Pensando nisso, a Fundação Pedro Calmon (FPC/SecultBA) lançou o concurso para Escritores Escolares de Poesia e Prosa, que chega a VII edição neste ano.

Com o intuito de estimular à escrita, leitura e comunicação de alunos, o concurso, realizado em parceria da Secretaria da Educação do Estado (SEC), premia na próxima quarta-feira (7), 18 alunos de escolas do sistema particular e público de ensino da Bahia.
Estudante do 9º ano do Colégio da Polícia Militar de Juazeiro, norte da Bahia, Ana Júlia, de 14 anos, encontrou na escrita uma oportunidade de expor seus sentimentos em meio à timidez. Selecionada pela prosa Meu garoto, a adolescente revela que a escrita mudou a sua trajetória.

“Tenho certeza que mudou a minha vida, e para melhor. A escrita foi a única forma que encontrei de conseguir me comunicar, de descrever o que realmente sinto”, conta.

Escrita

Moradora de Feira de Santana, Mariana Rufino, autora de O senso está em nós, revela que despertou o desejo pela escrita aos 6 anos, através das leituras que realizava. Para a estudante de 13 anos, matriculada no Colégio Estadual João Barbosa de Carvalho, escrever colaborou na superação de obstáculos na vida.

“A escrita mudou minha vida no sentido de me ajudar a formar opiniões sobre as coisas, que era algo em que eu tinha muita dificuldade. E também, a escrita me mostrou que eu posso conseguir o que quero, basta eu me esforçar e ir atrás do meu desejo”, revela.

Já para Stephany Rocha, de 15 anos, a escrita sempre funcionou como válvula de escape para sentimentos internos. Aluna do 9° ano do Colégio Estadual Professor Carlos Valadares, da cidade de Santa Bárbara. Destacando o apoio recebido pela mãe e pela professora, a aluna, que escreveu a prosa Mãos que falam o que o coração não diz conta como uma frase dita por uma professora a incentivou em participar do concurso.

"Precisamos ocupar espaços’, a escrita me deu oportunidade de usá-la como forma de ocupar um espaço, por poder pôr pra fora o que eu penso e ganhar o coração de alguém que esteja lendo meu texto”, finaliza.

Premiação

Ao todo, serão 18 premiados nas duas categorias de prosa e poesia. Em ambos casos, o primeiro lugar recebe um notebook mais kit com 30 livros; o segundo lugar um tablet mais kit com 30 livros e o terceiro lugar um leitor de e-book mais kit com 30 livros. Os livros que integram os ‘kits’ serão selecionados pela Fundação Pedro Calmon.

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