Desenvolvimento social para o semiárido, que sofre com a seca
De acordo com o governador Jaques Wagner, outras fábricas estão em processo de implantação na Bahia, como a General Eletric (GE), que produzirá nacelles (motor), a Torrebras (do grupo espanhol Windar, que investirá R$ 25 milhões na fabricação de torres) e a Aeris Energy (fabricante nacional de pás).
"Estamos aqui aumentando a competitividade e a oferta de energia. Já temos três fábricas de aerogeradores, empresas de equipamentos instaladas no estado, e estamos atraindo outras de torres e pás. Esses empreendimentos também trazem desenvolvimento social para o semiárido, que sofre com a seca, gerando emprego e renda para a população. Este é o maior parque eólico da América Latina. Já nascemos grandes. Estamos em primeiro lugar na qualidade de vento, em produtividade e em aproveitamento", ressaltou Wagner.
Empreendimento incentiva jovens a permanecerem na região
Quem soube aproveitar a oportunidade de emprego gerada com a chegada do complexo eólico foi a técnica em comunicação social, Tatiana Custódia, moradora de Guanambi. Ela disse que o empreendimento incentivou os moradores, principalmente os jovens, a permanecerem na região.
"Antes, muitos jovens saíam daqui em busca de emprego em Salvador ou na região sudeste. Agora, fazemos questão de permanecer no município porque estão surgindo oportunidades aqui. A energia eólica nos possibilitou a alegria de crescer profissionalmente na nossa própria região", afirmou Custódia. A implantação do complexo também beneficiou 300 famílias com arrendamento de terras.