Marco histórico: Primeiro Curso Básico de Inteligência Penitenciária forma 26 agentes penitenciários

02/10/2017

Com oobjetivo de capacitar agentes penitenciários para utilização das técnicas de inteligênciaeste é o primeiro passo para a criação de uma Inteligência Prisional sólida com futura aplicação dos Núcleos de Inteligência nas Unidades Prisionais do estado. Através daCoordenação de Monitoramento e Avaliação do Sistema Prisional,a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização, promoveu aprimeira de quatro edições do curso e formou 26agentes penitenciários baianos.

De acordo com o Cap. Inandy, coordenador de Monitoramento e Avaliação do Sistema Prisional,este treinamento segue orientações e parâmetros doCurso Básico de Inteligência Penitenciária do DEPEN e, por isso, abordaconteúdos da Doutrina de Inteligência Penitenciária Nacional."Faz dois anos que investimos para conseguir promover esse curso na Bahia. Recebemos treinamentos em Brasília, com o apoio do Secretário Nestor Duarte e do DEPEN, para podermos replicá-los,hoje, aos agentes penitenciários baianos", declarou.

Com 42 horas/aulas, a capacitaçãoé dividida em aulas teóricas e práticas, com apresentação de estudo de casos que se aproximam da realidade vivida por um agente de inteligência no Sistema Penitenciário, além deforneceros subsídios necessários para a produção de Planos de Segurança do Sistema Prisional baiano e ao tomador de decisão.

Ainda segundo Cap. Inandy, com esta rede funcionando com qualidade, pode-se antecipar as crises e problemas graves na segurança pública e no Sistema Prisional.

O secretário Nestor Duarte ressaltou no encerramento do cursoque inteligência é uma ferramentaextremamente importante pois não há como fazer gestão prisional sem ela. "O aprimoramento, para que se possa ter uma gestão melhor, é o que se buscae os agentes penitenciários estão de parabéns. Estou muito feliz com de presenciar esse dia e tenham certeza que vamos fazer outros cursos de capacitação para que possamos capacitar o maior número possível de agentes", destacou o secretário.

Elaborado e produzido pelo Órgão Central de Inteligência Prisional do Estado da Bahia, esta proposta é um marco histórico no Sistema Prisional Baiano, pois utiliza integralmente da infraestrutura da Coordenação e possui o corpo docente composto por agentes do Sistema Prisional do Estado da Bahia, altamente capacitados após realizarem cursos em diversos órgãos públicos, reaplicando o investimento feito pela SEAP a estes profissionais.

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