04/04/2016
Um projeto para englobar toda a cadeia produtiva dos tabuleiros das baianas – desde os insumos até os quitutes - com atuação nas áreas do receptivo e do promocional foi apresentado, nesta segunda-feira 4, na Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) pela baiana Elaine Cruz.
“Este projeto tem ênfase na economia solidária e será executado em dois períodos. No mês de agosto, durante os jogos de futebol olímpico na Arena Fonte Nova e, entre os meses de dezembro a março, quando a Baía de Todos os Santos é rota de passagem dos principais cruzeiros marítimos”, justifica a idealizadora do projeto, que diz ter o apoio da Abam – Associação das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivos e Similares.
Além do acarajé – comida sagrada do candomblé -, a preocupação do projeto passa pelos insumos dos quitutes do tabuleiro das baianas e as indumentárias (trajes típicos). “Temos toda atenção à simbologia, que gira em torno das baianas“, esclarece Elaine Cruz.
Na proposta, seriam realizadas oficinas de produção dos quitutes, acarajé, abará, bolinho de estudante, cocada, entre outros, envolvendo a participação dos turistas, que, além de provar das iguarias, teria a oportunidade de aprender como cada um deles é feito.
Seriam instaladas barracas com cada item da cadeia produtiva para comercialização dos produtos das comunidades. E dando brilho aos eventos seriam realizados “pocket shows”, com os principais cantores e bandas que trafegam na área cultural de matriz africana.
Secretário Álvaro Gomes ouviu e avaliou o projeto, mas não sinalizou qualquer investimento. Lembrou das dificuldades de momento da economia brasileira, que contamina diretamente a baiana, e colocou-se à disposição para articular com representações que possam, no futuro, apoiar a proposta de valorização dos afrodescendentes.
04.04.2016
Ascom Setre
Lício Ferreira MTE-Ba 793
“Este projeto tem ênfase na economia solidária e será executado em dois períodos. No mês de agosto, durante os jogos de futebol olímpico na Arena Fonte Nova e, entre os meses de dezembro a março, quando a Baía de Todos os Santos é rota de passagem dos principais cruzeiros marítimos”, justifica a idealizadora do projeto, que diz ter o apoio da Abam – Associação das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivos e Similares.
Além do acarajé – comida sagrada do candomblé -, a preocupação do projeto passa pelos insumos dos quitutes do tabuleiro das baianas e as indumentárias (trajes típicos). “Temos toda atenção à simbologia, que gira em torno das baianas“, esclarece Elaine Cruz.
Na proposta, seriam realizadas oficinas de produção dos quitutes, acarajé, abará, bolinho de estudante, cocada, entre outros, envolvendo a participação dos turistas, que, além de provar das iguarias, teria a oportunidade de aprender como cada um deles é feito.
Seriam instaladas barracas com cada item da cadeia produtiva para comercialização dos produtos das comunidades. E dando brilho aos eventos seriam realizados “pocket shows”, com os principais cantores e bandas que trafegam na área cultural de matriz africana.
Secretário Álvaro Gomes ouviu e avaliou o projeto, mas não sinalizou qualquer investimento. Lembrou das dificuldades de momento da economia brasileira, que contamina diretamente a baiana, e colocou-se à disposição para articular com representações que possam, no futuro, apoiar a proposta de valorização dos afrodescendentes.
04.04.2016
Ascom Setre
Lício Ferreira MTE-Ba 793