Workshop prepara equipes do Sertão Vivo e Parceiros da Mata para aplicação dos Procedimentos de Avaliação Social, Ambiental e Climática

Publicado: 14/10/2026 Última atualização: 16/10/2026 às 18:31
 Workshop prepara equipes do Sertão Vivo e Parceiros da Mata para aplicação dos Procedimentos de Avaliação Social, Ambiental e Climática
Foto: Aline Queiroz

Segue até esta quinta-feira (14) o Workshop SECAP Brasil, realizado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), em Salvador, com a participação das equipes técnicas dos projetos cofinanciados pelo Fundo no Brasil. A atividade teve início na terça-feira (13) e tem como objetivo capacitar as unidades de gestão dos projetos para aplicar os Procedimentos de Avaliação Social, Ambiental e Climática – SECAP e elaborar os Planos de Gestão Ambiental, Social e Climática (PGAS) junto às comunidades participantes das iniciativas.

Segundo o consultor do FIDA na área de salvaguardas e agroecologia, Ernest Bertoni, o principal objetivo do workshop é integrar os padrões de salvaguardas do FIDA aos projetos executados no país. “As salvaguardas são processos que a gente tem para identificar impactos possivelmente negativos nos projetos, principalmente ambientais, sociais e climáticos. São vários processos, protocolos e ferramentas previstos pelo FIDA para lidar com as situações e, principalmente, para evitar os impactos negativos e deixar apenas impactos positivos na comunidade”, explicou.

Na Bahia, o FIDA cofinancia os projetos Sertão Vivo e Parceiros da Mata e mantem uma parceria com o Governo do Estado há mais de 25 anos na execução de ações voltadas ao desenvolvimento rural sustentável.

“Essa formação está sendo de suma importância, porque é um momento onde a gente está aprofundando os nossos conhecimentos acerca do SECAP. Nós estamos aqui com diversos especialistas nas áreas de gênero, povos e comunidades tradicionais, aquisição, comunicação e gestão do conhecimento, na perspectiva de conhecer o regramento do FIDA para que nós possamos implementá-los nos procedimentos que já utilizamos, sejam eles administrativos e financeiros, como também naqueles realizados junto às comunidades a serem conduzidos pelas entidades de ATER”, avaliou a coordenadora estadual do Projeto Sertão Vivo, Kamilla Souza.

Texto/Fotos: Aline Queiroz

Fonte
Ascom CAR
Tags
Agricultura Familiar
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