29/11/2010
[caption id="attachment_4262" align="aligncenter" width="200" caption="Maestro Masaiuki Carvalho"]
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A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) dá continuidade à Série Mozart nas Igrejas com um novo concerto na Catedral Basílica, no Terreiro de Jesus, desta vez sob a regência do maestro brasileiro radicado na Alemanha, Masayuki Carvalho. A apresentação será na próxima quarta-feira, 1º de dezembro, às 20 horas, com entrada franca. No programa, peças de dois mestres do período Clássico, os compositores austríacos W. Amadeus Mozart (1756-1791) Sinfonia em Ré Maior, nº 35, K385: “Haffner” e F. Joseph Haydn (1732-1809), a Sinfonia nº 86, em Ré Maior. Criada em 2008, a Série Mozart nas Igrejas é apresentada em templos que são patrimônios culturais e históricos de Salvador, como a Catedral, as igrejas de São Francisco e Conceição da Praia. O projeto é dedicado a Mozart, que foi um dos maiores compositores da história, criador do mais variado repertório para a música de concerto. Apoio da Secretaria de Cultura, através da Fundação Cultural e Teatro Castro Alves.
MASAYUKI CARVALHO (Regente) – Maestro, pianista e compositor brasileiro radicado em Berlim, na Alemanha. Já aos 13 anos de idade apresentou-se como solista com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Aos 15, destacou-se no XVI Festival internacional de Música de Campos do Jordão, solando os concertos para piano e orquestra de Saint-Saens e Chopin. Aos 16, se apresentou com a Orquestra Sinfônica da Bahia, também interpretando Saint-Saens. Estudou piano na faculdade de Música de Freiburg e na Faculdade de Dresden. Prosseguiu com concertos no Japão, Suíça, Hungria, Polônia, Itália, França e Alemanha. Cursou Regência na renomada Academia de Música Hanns Eisler em Berlim. Trabalhou como regente assistente em diversos teatros como a Ópera Estadual Unter den Linden em Berlim, Teatro Brandemburg, Theater Regensburg e no Teatro Nacional de Weimar, na Alemanha, onde regeu diferentes orquestras como a Swiss Young Symphonie Orchester, Berliner Dortmund Philharmonische Orchester, Jener Philharmoniker e Orquestra Juvenil de Oxford. Como compositor já trabalhou em Trilha sonora de filmes e outros projetos.
Programa:
Sinfonia em Ré Maior, nº35, K385: “Haffner” – W. A. Mozart - Esta genial composição que inaugura o ciclo das últimas sinfonias do estilo vienense mais avançado foi escrita na capital austríaca, onde Mozart residia já cerca de um ano, colhendo, no campo da Ópera de do Concerto, os primeiros grandes sucessos de sua carreira. Ao pedido de Leopold de Salzburg, de uma nova “serenata” por uma ocasião festiva da família Haffner (Mozart já tinha oferecido uma outra “serenata nupcial”, K 250, para a filha Elizabeth), Mozart respondeu com esta grandiosa sinfonia. No ano seguinte, retoma a obra para “limpar-la”, com oportunas modificações de tudo quanto pudesse lembrar uma “serenata”, tirando a Marcha inicial, o segundo menuetto e agregando, no primeiro e último movimentos, os clarinetes “a moda de Vienna”.
Sinfonia nº 86, em Ré Maior – F. J. Haydn - As sinfonias nº 85 (a Rainha) e nº 82 (o urso) marcam o ponto alto das sinfonias “de Paris”, mas esta sinfonia sem nome e sem celebridade merece, sem dúvida, ser colocada no mesmo plano das “de Londres”. Com estilo perto do de Mozart, Haydn se expressa, todavia, com uma linguagem nova e ousada, quase se aproximando de Beethoven. Cada passagem é elaborada nos mínimos detalhes, com uma diversidade de material melódico em cada movimento, do Adágio introdutivo ao Finale. Do ponto de vista arquitetônico, a sinfonia, com toda sua originalidade, é perfeitamente orgânica e regular: cada movimento (segundo R.Landon) pode ser reconduzido à “forma sonata”, nem se sente falta dos habituais módulos do bom humor haydniano, como o “rondó” Apesar de seu rigor estilístico, esta sinfonia mostra a música mais rica e colorida que tenha saído da mente de Haydn.
Serviço
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A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) dá continuidade à Série Mozart nas Igrejas com um novo concerto na Catedral Basílica, no Terreiro de Jesus, desta vez sob a regência do maestro brasileiro radicado na Alemanha, Masayuki Carvalho. A apresentação será na próxima quarta-feira, 1º de dezembro, às 20 horas, com entrada franca. No programa, peças de dois mestres do período Clássico, os compositores austríacos W. Amadeus Mozart (1756-1791) Sinfonia em Ré Maior, nº 35, K385: “Haffner” e F. Joseph Haydn (1732-1809), a Sinfonia nº 86, em Ré Maior. Criada em 2008, a Série Mozart nas Igrejas é apresentada em templos que são patrimônios culturais e históricos de Salvador, como a Catedral, as igrejas de São Francisco e Conceição da Praia. O projeto é dedicado a Mozart, que foi um dos maiores compositores da história, criador do mais variado repertório para a música de concerto. Apoio da Secretaria de Cultura, através da Fundação Cultural e Teatro Castro Alves.
MASAYUKI CARVALHO (Regente) – Maestro, pianista e compositor brasileiro radicado em Berlim, na Alemanha. Já aos 13 anos de idade apresentou-se como solista com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Aos 15, destacou-se no XVI Festival internacional de Música de Campos do Jordão, solando os concertos para piano e orquestra de Saint-Saens e Chopin. Aos 16, se apresentou com a Orquestra Sinfônica da Bahia, também interpretando Saint-Saens. Estudou piano na faculdade de Música de Freiburg e na Faculdade de Dresden. Prosseguiu com concertos no Japão, Suíça, Hungria, Polônia, Itália, França e Alemanha. Cursou Regência na renomada Academia de Música Hanns Eisler em Berlim. Trabalhou como regente assistente em diversos teatros como a Ópera Estadual Unter den Linden em Berlim, Teatro Brandemburg, Theater Regensburg e no Teatro Nacional de Weimar, na Alemanha, onde regeu diferentes orquestras como a Swiss Young Symphonie Orchester, Berliner Dortmund Philharmonische Orchester, Jener Philharmoniker e Orquestra Juvenil de Oxford. Como compositor já trabalhou em Trilha sonora de filmes e outros projetos.
Programa:
Sinfonia em Ré Maior, nº35, K385: “Haffner” – W. A. Mozart - Esta genial composição que inaugura o ciclo das últimas sinfonias do estilo vienense mais avançado foi escrita na capital austríaca, onde Mozart residia já cerca de um ano, colhendo, no campo da Ópera de do Concerto, os primeiros grandes sucessos de sua carreira. Ao pedido de Leopold de Salzburg, de uma nova “serenata” por uma ocasião festiva da família Haffner (Mozart já tinha oferecido uma outra “serenata nupcial”, K 250, para a filha Elizabeth), Mozart respondeu com esta grandiosa sinfonia. No ano seguinte, retoma a obra para “limpar-la”, com oportunas modificações de tudo quanto pudesse lembrar uma “serenata”, tirando a Marcha inicial, o segundo menuetto e agregando, no primeiro e último movimentos, os clarinetes “a moda de Vienna”.
Sinfonia nº 86, em Ré Maior – F. J. Haydn - As sinfonias nº 85 (a Rainha) e nº 82 (o urso) marcam o ponto alto das sinfonias “de Paris”, mas esta sinfonia sem nome e sem celebridade merece, sem dúvida, ser colocada no mesmo plano das “de Londres”. Com estilo perto do de Mozart, Haydn se expressa, todavia, com uma linguagem nova e ousada, quase se aproximando de Beethoven. Cada passagem é elaborada nos mínimos detalhes, com uma diversidade de material melódico em cada movimento, do Adágio introdutivo ao Finale. Do ponto de vista arquitetônico, a sinfonia, com toda sua originalidade, é perfeitamente orgânica e regular: cada movimento (segundo R.Landon) pode ser reconduzido à “forma sonata”, nem se sente falta dos habituais módulos do bom humor haydniano, como o “rondó” Apesar de seu rigor estilístico, esta sinfonia mostra a música mais rica e colorida que tenha saído da mente de Haydn.
Serviço
O quê: Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) - Série Mozart nas Igrejas
Regente: Maestro Masayuki Carvalho
Onde: Catedral Basílica, no Terreiro de Jesus - Centro Histórico
Quando: 1º de dezembro, quarta-feira, às 20 horas.
Acesso: Entrada franca