Domingo no TCA apresenta Lazzo

06/01/2011
O projeto Domingo no TCA abre a temporada de eventos de 2011 no Teatro Castro Alves com o show "Influências" do cantor baiano Lazzo Matumbi no dia 9 de janeiro, às 11 horas, com ingressos (inteira) a R$ 1, vendidos a partir das 9 horas do mesmo dia com acesso imediato do público. O cantor promete um espetáculo alegre, eclético, com fusões rítmicas, resultado das influências africanas. Estes elementos estarão afloradas pela sua participação no Festival de Música e Artes Negras – Fesman, que aconteceu no dia 31 de dezembro de 2010, em Dakar no Senegal. Lá, Lazzo apresentou alguns dos seus maiores sucessos como "Alegria da Cidade", "Me Abraça e Me Beija" e "Do Jeito que seu Nego Gosta", além de algumas músicas inéditas. Ele espera aquecer o coração do público baiano no início do verão. Domingo no TCA - Projeto iniciado em março de 2007, oferece espetáculos de música, dança, teatro, circo e cinema com ingressos ao preço popular de R$ 1,00 (inteira), em manhãs de domingo, sendo uma iniciativa de valorização e divulgação dos artistas e produções baianas, que compõem praticamente toda a programação. Desde sua estreia, o projeto contou com 44 edições, contabilizando um público de mais de 52 mil espectadores, sendo 25.581 contabilizados nas 23 edições ocorridas em 2009 e 2010. A programação destes dois últimos contou com espetáculos teatrais, como “O Sapato do Meu Tio”, dirigido por João Lima; “Os Cafajestes”, com direção de Fernando Guerreiro e texto de Aninha Franco; “Policarpo Quaresma” e “Jeremias, Profeta da Chuva” – os dois últimos, montagens do Núcleo de Teatro do TCA (TCA.Núcleo). Também foram apresentados em 2009 e 2010, shows musicais, entre eles Moraes Moreira, Mariene de Castro, Retrofoguetes, Gerônimo e Luiz Caldas; os filmes de animação “Prisioneiro na Torre” e “As Aventuras de Gui e Estopa”; e performances do Balé Teatro Castro Alves - BTCA com as coreografias “Isadora”, de Luiz de Abreu, “.Áfrika”, de Victor Navarro, “A Quem Possa Interessar”, de Henrique Rodovalho, e “À Flor da Pele”, de Ismael Ivo.