Território do sisal terá novo representante territorial da SecultBA

25/03/2011
A mudança do representante foi discutida em reunião realizada pelo GT de Cultura do CODES Sisal Desde que a Bahia adotou os territórios de identidades como forma organizada de trabalhar as demandas de cada região, os representantes territoriais de cultura têm tido papel importante no desenvolvimento do campo cultural. A cultura por muito tempo esteve atrelada as secretarias de educação, esporte, turismo e outras sem ter espaço próprio. Muitos municípios também estão implantando suas secretarias ou superintendências. Isso é resultado do “novo momento” que a cultura vem vivendo. A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia criou o cargo de Representantes Territoriais de Cultura, que são pessoas que representam a SecultBA em cada território. No território do sisal, quem está nesse cargo é Cleber Menezes, mas em virtude da sua aprovação no curso de mestrado na UFBA, ele está sendo transferido para Salvador. A substituição do representante acontecerá por um suplente da seleção pública que foi realizada para esse cargo. Em virtude dessa mudança, foi realizada na tarde de quinta-feira (24/03), na Direc de Serrinha, uma reunião, onde Cleber falou sobre a sua transferência, apresentou o Plano de Cultura do Território, que está sendo construído por ele em parceria com os municípios e o GT de Cultura do CODES Sisal ao qual ele está na presidência, mas que também já foi discutido a substituição. A reunião contou com a presença do Adalberto Santos, professor da Universidade Federal da Bahia e novo superintendente de Cultura da SecultBA e de Rita Clementino, coordenadora dos Representantes Territoriais. Foi um encontro de avaliação e despedida. Os vários gestores de cultura de Serrinha, Coité, Cansanção, Queimadas, Barrocas, Teofilândia, Ichu , Nordestina, lamentaram a saída de Cleber e parabenizaram pelos frutos deixados no território. Adalberto Santos, Rita Clementina e Cléber Menezes ganharam de Marialva Carneiro, superintendente de Cultura de Conceição do Coité, uma miniatura de um pé de sisal, como lembrança do encontro e para que eles não se esqueçam do território, que possam voltar muitas vezes, pois o trabalho está apenas começando.