O Muncab atualmente é um museu em processo, que será um equipamento cultural para a preservação da história e da cultura negra brasileira e que tem a missão de tornar-se um centro de referência e articulação de memória, ancestralidade e contemporaneidade abrirá as suas portas dia 17 de novembro, especialmente para o público do Encontro do Ano Internacional dos Afrodescedentes, apresentando três exposições com curadoria de Emanoel Araújo, curador e diretor do Museu AfroBrasileiro, de São Paulo, sintetizando a importância da cultura negra no mundo.
“Mestre Didi: o escultor do Sagrado”
A exposição reúne 50 peças pertencentes ao Museu Afro Brasil e também ao acervo do próprio artista, cuja trajetória simboliza a força viva da presença africana no Brasil.
“A magia de suas esculturas está na forma como o Mestre Didi transpõe a energia de interpretação mitológica e inventividade de formas, ritmos e composições, se articulando num espaço negativo e positivo, num desafio de equilíbrio totêmico que se abre no espaço, como árvores plantadas numa base de seção côncava e circular”
Coleção Inicial do Acervo do Muncab
Acervo, em processo de formação, reúne obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas e abarca diversas facetas dos universos culturais africanos e afrobrasileiros.
Nós e os Afrobrasileiros
Uma Iconografia de personagens históricos, conhecidos ou anônimos, que contribuíram para a formação da identidade nacional: Juliano Moreira, Teodoro Sampaio, Cruz e Souza, João Candido, autor da revolta da chibata, Ruth de Souza, grande Othelo, Milton Santos, Caymmi, Assis Valente. Criada em homenagem especial ao Monselhor Sadock e ao encerramento do Ano Internaiconal dos Afrodescedentes.


