17/02/2012
[caption id="attachment_18955" align="aligncenter" width="300" caption="Dançarinos desfilam no circuito Batatinha Foto: André Santana"]
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Toda diversidade do carnaval das entidades de matriz africana pode ser contemplada no circuito Batatinha, Centro Histórico de Salvador, onde centenas de blocos desfilam, proporcionando uma mistura de cores, ritmos e elementos da cultura afro-brasileira. O trajeto dos blocos do circuito Batatinha acontece a partir da Rua Chile, sentido Praça Castro Alves, subindo pela Rua da Ajuda em direção à Praça da Sé, de onde retornam à Praça Municipal.
O Circuito que homenageia um dos maiores músicos da Bahia tem sido um dos destaques do Carnaval 2012. Após sediar a abertura oficial do Carnaval de Salvador, nesta quinta-feira, 16, o circuito Batatinha promete noites de muita animação. A marca do circuito é a diversidade de ritmos trazidos pelos blocos de matriz africana. Entre eles, estão blocos afro, de samba, percussão, afoxés, reggae e blocos de índio.
Neste sábado, 18, a partir das 16h, diversidade musical será a regra. Tem música para todos os gostos. Desde o arrocha dos cantores Pablo, Nira Guerreira e Nelsinho, que animam o bloco Mutantes, o ijexá dos afoxés Filhos de Korin Efan, Filhas de Gandhy e Ilê Oyá; tem o ritmo jamaicano dos blocos Surf Reggae e Banana Reggae e o samba de roda com os blocos Tempero de Negro, Alafim, Filhos de Nanã e muitas outras entidades que celebrarão o samba na Avenida.
O desfile dessas entidades garante a presença de diversas comunidades periféricas de Salvador na folia de Momo. É o caso do bloco afro Mundo Negro, do bairro do Beirú. Criado em 1990, a entidade surgiu em meio à luta dos moradores do bairro para a manutenção do nome, que faz referência a um líder quilombola que habitou o bairro do Cabula. O bloco Mundo Negro realiza atividades de conscientização política e profissionalização da comunidade, que ainda mantem duplicidade de nome: Beirú e Tancredo Neves.
Essas entidades que animam o circuito Batatinha integram o Carnaval Ouro Negro, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla 126 entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com um investimento de R$5,305 milhões. Saiba mais em: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/01/17/carnaval-ouro-negro/
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Toda diversidade do carnaval das entidades de matriz africana pode ser contemplada no circuito Batatinha, Centro Histórico de Salvador, onde centenas de blocos desfilam, proporcionando uma mistura de cores, ritmos e elementos da cultura afro-brasileira. O trajeto dos blocos do circuito Batatinha acontece a partir da Rua Chile, sentido Praça Castro Alves, subindo pela Rua da Ajuda em direção à Praça da Sé, de onde retornam à Praça Municipal.
O Circuito que homenageia um dos maiores músicos da Bahia tem sido um dos destaques do Carnaval 2012. Após sediar a abertura oficial do Carnaval de Salvador, nesta quinta-feira, 16, o circuito Batatinha promete noites de muita animação. A marca do circuito é a diversidade de ritmos trazidos pelos blocos de matriz africana. Entre eles, estão blocos afro, de samba, percussão, afoxés, reggae e blocos de índio.
Neste sábado, 18, a partir das 16h, diversidade musical será a regra. Tem música para todos os gostos. Desde o arrocha dos cantores Pablo, Nira Guerreira e Nelsinho, que animam o bloco Mutantes, o ijexá dos afoxés Filhos de Korin Efan, Filhas de Gandhy e Ilê Oyá; tem o ritmo jamaicano dos blocos Surf Reggae e Banana Reggae e o samba de roda com os blocos Tempero de Negro, Alafim, Filhos de Nanã e muitas outras entidades que celebrarão o samba na Avenida.
O desfile dessas entidades garante a presença de diversas comunidades periféricas de Salvador na folia de Momo. É o caso do bloco afro Mundo Negro, do bairro do Beirú. Criado em 1990, a entidade surgiu em meio à luta dos moradores do bairro para a manutenção do nome, que faz referência a um líder quilombola que habitou o bairro do Cabula. O bloco Mundo Negro realiza atividades de conscientização política e profissionalização da comunidade, que ainda mantem duplicidade de nome: Beirú e Tancredo Neves.
Essas entidades que animam o circuito Batatinha integram o Carnaval Ouro Negro, programa de apoio ao desfile de blocos de matriz africana, criado em 2009, pela Secretaria de Cultura da Bahia. Em 2012, o programa contempla 126 entidades, entre afoxés, blocos afro, de índio, de samba, de reggae e de percussão, com um investimento de R$5,305 milhões. Saiba mais em: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/01/17/carnaval-ouro-negro/