“Conselhos têm que ser vivos”, afirma presidente do CEC

28/05/2013

Conselheiros da atual gestão do Conselho Estadual de Cultura da Bahia (CEC) se reuniram pela primeira vez em um evento fora de Salvador. Sete representantes do CEC participaram da abertura do Encontros de Dirigentes e Conselheiros Municipais de Cultura, que teve início nesta segunda-feira, 27, e vai até a quarta, 29, no Centro de Cultura Amélio Amorim, em Feira de Santana. O encontro dos conselheiros serviu de aquecimento para a abertura oficial do evento, que começou às 20 horas de forma animada, com o auditório lotado e performance do artista Psit Mota. Entre os presentes estavam o secretário de cultura Albino Rubim, o presidente do Conselho Estadual de Cultura da Bahia, Márcio Caíres, e o secretário de cultura de Feira de Santana, Jailton Batista. O presidente do CEC, Márcio Caíres, iniciou sua participação com a cantiga do griô Antônio Violeiro e, em seguida, falou do Sistema Estadual de Cultura e do desafio de se construir os Sistemas Municipais de Cultura e da participação da sociedade civil. “Temos que fazer com que os conselhos sejam vivos, porque a cultura é viva!”, enfatizou. O secretário de cultura de Feira de Santana, Jailton Batista, comentou que o encontro é importante para a valorização da territorialidade e diversidade das diferentes expressões culturais da Bahia. À frente do órgão cultural da principal cidade do sertão baiano, ele assegurou que o evento em Feira de Santana firma a importância do município no estado. PARTICIPAÇÕES – Estiveram presentes também o representante da Associação de Dirigentes Municipais de Cultura (Adcimba), Carlos Pinho, o vice-reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Genival Corrêa, e o representante dos consórcios de prefeituras Daniel Moreira. O vice-reitor da Uefs, Genival Corrêa, acredita que esse encontro abre possibilidades de avanços na jornada de fomento às políticas culturais. “Vejo com bons olhos um evento como esse. A universidade, por exemplo, também tem se posicionado de uma maneira firme em relação à cultura local”, completou. Na mesma noite, o secretário de Cultura Albino Rubim explicou que o Sistema Estadual de Cultura é um instrumento de continuidade para as políticas culturais. “É importante que cada município fortaleça a sua institucionalização da cultura. É preciso que os municípios tenham conselhos para que a administração da cultura seja mais democrática”, pontuou. Para encerrar a noite, a Orquestra Sinfônica da Bahia, representada pela Camerata Opus Lúmen, tocou desde temas do cinema aos clássicos da música popular brasileira, como Tico-Tico no Fubá. O evento em Feira de Santana marca o acontecimento simultâneo do  VI Fórum de Dirigentes Municipais de Cultura da Bahia e do I Fórum de Conselhos Municipais de Cultura. Entre os conselheiros presentes estavam Aurélio Schommer, Normelita Oliveira, Nelson Maca, Araken Galvão, Sandro Magalhães e Almandrade.