Programação Dimus – Carnaval 2015

10/02/2015
Os museus vinculados à Dimus estarão fechados durante o período de Carnaval. O Centro Cultural Solar Ferrão (que abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e três coleções: a Coleção de Arte Popular, a Coleção Cláudio Masella de Arte Africana e a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak), o Museu Tempostal e o Parque Histórico Castro Alves (em Cabaceiras do Paraguaçu) fecham na quinta-feira, 12 de fevereiro. Todos os museus localizados no Pelourinho, exceto o Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica (que está fechado para reformulação), voltam a funcionar em 19 de fevereiro, das 11 às 18h. Já o Parque Histórico Castro Alves funcionará em horário normal, das 9 às 17h, com um intervalo das 12 às 14h. Após o período carnavalesco, o público terá a oportunidade de conferir gratuitamente as diversas exposições que estão em cartaz nos museus.  Confira a programação: SOLAR FERRÃO 1- A Exposição de Arte Africana. O colecionador italiano Claudio Masella, (Roma, 1935-2007), reuniu por mais de 30 anos uma coleção de arte africana com mais de mil exemplares. Esses objetos ilustram a arte dos principais grupos étnicos do continente africano, compondo um panorama ímpar para entendimento da diversidade cultural e as suas influências na formação do Brasil. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004. Permanente. 2- A Coleção de Arte Popular. Coleção reunida pelo cenógrafo e diretor teatral pernambucano Eros Martim Gonçalves (1919-1973) e ampliada pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992). Nela podem ser vistos objetos de cerâmica utilitária, os curiosos “caxixis” (miniaturas em cerâmica), roupa tradicional de vaqueiro, brinquedos, oratórios, santos, ex-votos, ferramentas de orixás, carrancas, esculturas com temáticas do cotidiano. Permanente. 3- Coleção Walter Smetak. O músico e compositor suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) viveu na Bahia entre os anos de 1957 e 1984, realizando inovadoras experimentações sonoras e plásticas, que influenciou gerações de músicos e artistas. Os instrumentos musicais criados por ele, suas plásticas sonoras, formam a sua coleção, explorando as heranças popular e erudita em suas experiências.Permanente. Sobre o espaço: tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e três coleções: a Coleção de Arte Popular, a Coleção de Arte Africana e a Coleção de Walter Smetak. Entrada: grátis Rua Gregório de Matos, 45, Pelourinho, Salvador (71) 3116- 6743 MUSEU ABELARDO RODRIGUES O colecionador pernambucano Abelardo Rodrigues (1908-1971) reuniu ao longo de sua vida uma das mais importantes coleções, composta por mais de 800 objetos, que revela a trajetória histórica e artística da arte sacra cristã no Brasil, percorrendo o Barroco e o Neoclássico, suas formas de representação e devoção, aproximando o humano do sagrado. Apresenta peças datadas dos séculos XVII ao XX, confeccionadas em diversos materiais, a exemplo de madeira, barro cozido, marfim, pedra sabão e metal. São oratórios, miniaturas, imaginária, crucifixos, imagens de Roca, maquinetas, crucificados, mobiliário de devoção, objetos de origem brasileira, principalmente nordestina, como também de procedência europeia. Entrada: grátis Rua Gregório de Mattos, 45, Pelourinho, Salvador (71) 3117-6440 MUSEU TEMPOSTAL 1- O Museu Tempostal apresenta a exposição O Bairro do Comércio, composta por postais e fotos que retratam a região do Comércio, no trecho da Preguiça até o antigo Mercado do Ouro, da primeira década do século XX até os anos 80. Através de cerca de 100 imagens, a mostra apresenta aspectos históricos, urbanísticos e arquitetônicos do bairro, que foi criado para servir de ancoradouro das naus que traziam insumos de outros países, a exemplo de produtos manufaturados da Europa, e retornavam com o que se produzia por aqui (açúcar, fumo, algodão, madeiras de lei e couro). Em cartaz. 2- A exposição Pelos Caminhos de Salvador retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX.  Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana. Permanente. 3 - A mostra Bahia – Litoral e Sertão apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datados do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão. Permanente. Sobre o museu: o acervo do Museu Tempostal é composto por postais, estampas e fotografias, em sua maioria, procedentes da coleção de Antônio Marcelino do Nascimento. As peças, datadas do final do século XIX e meados do século XX, representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas. Entrada: grátis Rua Gregório de Mattos, 33, Pelourinho, Salvador (71) 3117-6383 MUSEU UDO KNOFF DE AZULEJARIA E CERÂMICA Atenção: O Museu Udo Knoff está fechado para montagem de uma nova exposição de longa duração com peças do acervo. Rua Frei Vicente, 03, Pelourinho, Salvador (71) 3117-6389 PARQUE HISTÓRICO CASTRO ALVES (PHCA) O público interessado na vida e na obra do poeta Antônio Frederico de Castro Alves já pode conferir uma nova mostra no Parque Histórico Castro Alves (PHCA), localizado em Cabaceiras do Paraguaçu, no Recôncavo baiano. A exposição, “O berço do poeta”, reúne textos e imagens que contam a história de Castro Alves – através de dados sobre o seu local de nascimento, sua família e inclusive sobre o período histórico em que nasceu. Esta nova mostra finaliza a série de intervenções que o PHCA passou, além de completar o acervo já existente na casa grande do museu, onde os visitantes mergulham no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil, através de seus poemas, árvore genealógica e objetos que pertenceram a ele e seus familiares. A exposição “O berço do poeta” está instalada na nova galeria do PHCA, localizada no prédio anexo, onde o público encontra a sala de exibição de filmes, a biblioteca, o infocentro, a cantina e o auditório - uma área aberta para a realização de eventos e atividades socioeducativas. Os visitantes ainda encontram no parque (inaugurado em março de 1971 numa área de 52 mil metros quadrados) o Pouso de Adelaide (em homenagem à irmã do poeta), uma fonte e uma mata virgem com três nascentes. Sobre o museu: por conta do primeiro centenário da morte de Castro Alves, em março de 1971 foi inaugurado, no lugar onde ele nasceu, o museu biográfico Parque Histórico Castro Alves (PHCA), numa área de 52 mil metros quadrados. O acervo convida os visitantes a mergulharem no universo do porta-voz literário da Abolição da Escravatura no Brasil. São objetos que pertenceram a Castro Alves e seus familiares. O público pode ainda usufruir da biblioteca com cerca de 700 títulos e dos projetos socioeducativos: Conhecendo as Nascentes; Sarau no Parque: Música, Poesia e Arte nos Finais de Tarde; Brincando no Parque como no Tempo de Nossos Avôs; Oficina de Teatro; Baú de Memórias e Sopa de Letras. Anualmente, o Parque também promove o Festival de Declamação de Poemas de Antônio Frederico de Castro Alves. Entrada: grátis Praça Castro Alves, 106, Centro, Cabaceiras do Paraguaçu/BA (75) 3681-1102