17/02/2015
[caption id="attachment_58466" align="aligncenter" width="491" caption="Foto: Almir Santos"]
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O Circuito Batatinha foi palco para alguns blocos afro, afoxés, de samba e percussão, nesta terça-feira (17), último dia de Carnaval. Passaram pelas ruas do Centro Histórico os blocos Caneligth, Luaê, Blocão da Liberdade, Tempero de Negro, Filhas de Olorum, Filhos de Nanã e Filhos de Omolu, todos que integram o Programa Ouro Negro, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. A mistura de ritmos, a beleza das fantasias e a folia sem cordas marcaram o encerramento do Carnaval nas ruas do Pelourinho.
Por volta das 15h, a comunidade do bairro do Canela ganhou as ruas no Bloco Canelight. Em homenagem ao samba, uma ala de baianas com uma passista e um sambista puxava os foliões que dançavam ao som da banda Samba Folia. Fundado há 15 anos, a entidade arrasta famílias inteiras. Há dez anos as irmãs, Márcia da Silva e Silvana da Silva não abrem mão de curtir o Carnaval no Caneligth. “Aqui é bacana por que ambiente de família. Saímos a mais de uma década”, comentou.
Logo em seguida foi à vez do Blocão da Liberdade, que depois de desfilar no Campo Grande, encerrou o Carnaval no Circuito Batatinha. A entidade ganhou as ruas do Centro Histórico levando toda beleza das alas que fizeram homenagem ao “Funaná”, ritmo africano. Para o presidente, Vinícius Lima, é uma honra desfilar no Batatinha. “Aqui temos outro público, turistas e família. É também um carnaval maravilhoso”, frisou. Para a folião, Gerina Nascimento, 52 anos, o circuito é a melhor opção de Carnaval. “Aqui brincamos com tranqüilidade”, frisou.
Os blocos Afoxé Keri Nagô, Filhas de Olorum, Filhas de Nanã e Filhos de Omolum levaram um pouco da história dos terreiros de Candomblé para o Circuito Batatinha. As Filhas de Olorum, que tem origens no Terreiro Ilê Axé Filho de Ogum, foram as primeiras a desfilar. Comandado pela cantora Thaynah Ribeiro, o cantor Bob Baiano e a banda Olorum Band, o bloco levou para ruas foliãs vestidas com indumentárias nas cores vermelho e branco, fazendo referência a Xangô Airá, orixá da Justiça e da Alegria. Já era noite quando o Afoxé Filhos de Omolú, nascido no Subúrbio Ferroviário, mais precisamente no terreiro do Ilê Axé Omin, na Avenida Suburbana, ganhou as ruas com cerca de 500 homens e mulheres.
O Carnaval da Cultura 2015 é o carnaval da democracia e da diversidade, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Ouro Negro, Carnaval Pipoca e Outros Carnavais.
>> Confira a programação completa do Carnaval da Cultura
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O Circuito Batatinha foi palco para alguns blocos afro, afoxés, de samba e percussão, nesta terça-feira (17), último dia de Carnaval. Passaram pelas ruas do Centro Histórico os blocos Caneligth, Luaê, Blocão da Liberdade, Tempero de Negro, Filhas de Olorum, Filhos de Nanã e Filhos de Omolu, todos que integram o Programa Ouro Negro, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. A mistura de ritmos, a beleza das fantasias e a folia sem cordas marcaram o encerramento do Carnaval nas ruas do Pelourinho.
Por volta das 15h, a comunidade do bairro do Canela ganhou as ruas no Bloco Canelight. Em homenagem ao samba, uma ala de baianas com uma passista e um sambista puxava os foliões que dançavam ao som da banda Samba Folia. Fundado há 15 anos, a entidade arrasta famílias inteiras. Há dez anos as irmãs, Márcia da Silva e Silvana da Silva não abrem mão de curtir o Carnaval no Caneligth. “Aqui é bacana por que ambiente de família. Saímos a mais de uma década”, comentou.
Logo em seguida foi à vez do Blocão da Liberdade, que depois de desfilar no Campo Grande, encerrou o Carnaval no Circuito Batatinha. A entidade ganhou as ruas do Centro Histórico levando toda beleza das alas que fizeram homenagem ao “Funaná”, ritmo africano. Para o presidente, Vinícius Lima, é uma honra desfilar no Batatinha. “Aqui temos outro público, turistas e família. É também um carnaval maravilhoso”, frisou. Para a folião, Gerina Nascimento, 52 anos, o circuito é a melhor opção de Carnaval. “Aqui brincamos com tranqüilidade”, frisou.
Os blocos Afoxé Keri Nagô, Filhas de Olorum, Filhas de Nanã e Filhos de Omolum levaram um pouco da história dos terreiros de Candomblé para o Circuito Batatinha. As Filhas de Olorum, que tem origens no Terreiro Ilê Axé Filho de Ogum, foram as primeiras a desfilar. Comandado pela cantora Thaynah Ribeiro, o cantor Bob Baiano e a banda Olorum Band, o bloco levou para ruas foliãs vestidas com indumentárias nas cores vermelho e branco, fazendo referência a Xangô Airá, orixá da Justiça e da Alegria. Já era noite quando o Afoxé Filhos de Omolú, nascido no Subúrbio Ferroviário, mais precisamente no terreiro do Ilê Axé Omin, na Avenida Suburbana, ganhou as ruas com cerca de 500 homens e mulheres.
O Carnaval da Cultura 2015 é o carnaval da democracia e da diversidade, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Ouro Negro, Carnaval Pipoca e Outros Carnavais.
>> Confira a programação completa do Carnaval da Cultura