07/04/2015
[caption id="attachment_60118" align="aligncenter" width="491" caption="Foto: Elias Mascarenhas"]
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Exposições artísticas e performances de dança, música, teatro, circo, cinema e vídeo são algumas das ações que podem ocupar o Passeio Público, localizado no Campo Grande, e áreas do Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, em Salvador.
A ideia está sendo concebida pela diretora da Fundação Cultural do Estado (Funceb), Fernanda Tourinho, e o diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), arquiteto João Carlos, juntamente com mais de 20 técnicos estaduais das duas instituições que pertencem à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Responsável também pelo Museu de Arte Moderna, Palacete das Artes, Palácio da Aclamação, Solar Ferrão, museus Abelardo Rodrigues, Udo Knoff e Tempostal, além da Praça das Artes, no Pelourinho, o IPAC detém espaços bem localizados em Salvador. No interior, o Instituto administra o Parque Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu), Museu do Recôncavo (Candeias) e Museu do Recolhimento (Santo Amaro).
“Observa-se demanda represada para ocupar espaços públicos na cidade”, diz João Carlos. “Além do público, os grupos de dança e teatro também necessitam de espaços”, completa Fernanda Tourinho. A ideia é que os museus utilizem áreas contíguas para dialogar com linguagens artísticas e eventos. Segundo João Carlos, o aumento do diálogo com a sociedade e a ocupação artística provocará mais uso e sentimento de pertencimento da população para com esses equipamentos.
MUSEU DE ARTE – Um exemplo feliz dessas possibilidades é o Museu de Arte da Bahia, que detém 6,6 mil metros quadrados de área, num dos trechos mais nobres de Salvador, entre o Corredor da Vitória e o Vale do Canela. “Pensamos em ações que a Fundação já disponha ou apoie, e que criem periodicidade, para que as pessoas saibam que, naquele dia, acontecerão sempre atividades”, explica a diretora da Funceb, Fernanda Tourinho.
Na sua missão institucional, a Funceb cria e implementa, em articulação e diálogo com a sociedade e outras instituições, programas e projetos que promovem artes visuais, audiovisual, circo, dança, literatura, música e teatro. Nessa ocupação, o IPAC se responsabiliza pela manutenção, limpeza e segurança. No último dia 30 (março), assessores, gerentes e diretores da Funceb e IPAC vistoriaram o MAB e o Passeio Público. O diretor do IPAC ressalta essa transversalidade.
“Estamos convivendo em um ano orçamentário complexo, mas podemos ter parcerias, trocar expertises, tecnologias e knowhow. Ao juntarmos esforços, quem ganha é a população, que usufrui desses equipamentos e das atrações”, afirma João Carlos.
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Exposições artísticas e performances de dança, música, teatro, circo, cinema e vídeo são algumas das ações que podem ocupar o Passeio Público, localizado no Campo Grande, e áreas do Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, em Salvador.
A ideia está sendo concebida pela diretora da Fundação Cultural do Estado (Funceb), Fernanda Tourinho, e o diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), arquiteto João Carlos, juntamente com mais de 20 técnicos estaduais das duas instituições que pertencem à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).
Responsável também pelo Museu de Arte Moderna, Palacete das Artes, Palácio da Aclamação, Solar Ferrão, museus Abelardo Rodrigues, Udo Knoff e Tempostal, além da Praça das Artes, no Pelourinho, o IPAC detém espaços bem localizados em Salvador. No interior, o Instituto administra o Parque Castro Alves (Cabaceiras do Paraguaçu), Museu do Recôncavo (Candeias) e Museu do Recolhimento (Santo Amaro).
“Observa-se demanda represada para ocupar espaços públicos na cidade”, diz João Carlos. “Além do público, os grupos de dança e teatro também necessitam de espaços”, completa Fernanda Tourinho. A ideia é que os museus utilizem áreas contíguas para dialogar com linguagens artísticas e eventos. Segundo João Carlos, o aumento do diálogo com a sociedade e a ocupação artística provocará mais uso e sentimento de pertencimento da população para com esses equipamentos.
MUSEU DE ARTE – Um exemplo feliz dessas possibilidades é o Museu de Arte da Bahia, que detém 6,6 mil metros quadrados de área, num dos trechos mais nobres de Salvador, entre o Corredor da Vitória e o Vale do Canela. “Pensamos em ações que a Fundação já disponha ou apoie, e que criem periodicidade, para que as pessoas saibam que, naquele dia, acontecerão sempre atividades”, explica a diretora da Funceb, Fernanda Tourinho.
Na sua missão institucional, a Funceb cria e implementa, em articulação e diálogo com a sociedade e outras instituições, programas e projetos que promovem artes visuais, audiovisual, circo, dança, literatura, música e teatro. Nessa ocupação, o IPAC se responsabiliza pela manutenção, limpeza e segurança. No último dia 30 (março), assessores, gerentes e diretores da Funceb e IPAC vistoriaram o MAB e o Passeio Público. O diretor do IPAC ressalta essa transversalidade.
“Estamos convivendo em um ano orçamentário complexo, mas podemos ter parcerias, trocar expertises, tecnologias e knowhow. Ao juntarmos esforços, quem ganha é a população, que usufrui desses equipamentos e das atrações”, afirma João Carlos.