9ª edição do VIVADANÇA Festival Internacional reúne na Bahia artistas e grupos de Dança de 10 países

07/04/2015

Pela primeira vez, em 9 anos, o festival ganha as ruas e espaços alternativos, apresentando  cerca de 30 espetáculos, performances, intervenções urbanas, mostras, oficinas, networking, mesas-redondas e uma série de outras ações e eventos

[caption id="attachment_60151" align="aligncenter" width="480" caption="Quaral por Patricia Carmo"][/caption] Considerado um dos mais importantes festivais do país, o VIVADANÇA Festival Internacional chega à nona edição, se consolidando, cada vez mais, como um espaço de diversidade, formação, mercado, intercâmbio, diálogo e produção artística - reunindo um conjunto de atividades que busca fortalecer a cadeia produtiva e criativa da arte do movimento. Em 2015, a programação começa no dia 10/04, às 20h, no Teatro Castro Alves,  e segue até o dia 29/04 (data em que se comemora o Dia Internacional da Dança), se espalhando por mais de 10 espaços, entre teatros, centros culturais, praças e ruas de Salvador e Camaçari. A última edição obteve um público estimado em mais de 150 mil pessoas. Em sua grande noite de abertura, o VIVADANÇA terá a honra de receber uma das companhias oficiais mais antigas do país: o Balé da Cidade de São Paulo, hoje com 47 anos. No palco do TCA, o grupo apresenta peças assinadas por nomes internacionais da Dança: “Uneven”, do coreógrafo espanhol Cayetano Soto; O Balcão de Amor (Duo), do israelense Itzik Galili; e Cantata, do italiano Mauro Bigonzetti. “Uneven”  explora o sentimento de estar fora do eixo. “O Balcão de Amor” se inspira numa viagem do coreógrafo à Cuba.  Já “Cantata” é um balé contemporâneo embalado por músicas do sul da Itália. Com mais de 50 anos de carreira, a premiada diretora Iracity Cardoso está, atualmente, à frente do Balé da Cidade de São Paulo, tem mais de 50 anos de carreira. A artista foi bailarina e diretora do Ballet du Grand Théâtre de Genève, na Suíça, e, entre 1996 e 2003, e dirigiu o Ballet Gulbenkian, em Portugal. 2ª edição da Mostra Baiana de Dança Contemporânea De 11 a 14 de abril (sáb, dom, seg, ter), O Teatro Velha, o Teatro SESI Rio Vermelho, Espaço Xisto e o Espaço Cultural Alagados (no bairro do Uruguai) recebem a 2ª edição da Mostra Baiana de Dança Contemporânea, dividindo apresentações dos 06 espetáculos selecionados para 2015. Nela, curadores, diretores e programadores de festivais e plataformas nacionais e internacionais se reúnem para assistir aos trabalhos coreográficos, com a perspectiva de levar essas montagens para outras regiões do Brasil e do mundo. Para essa edição, foram contemplados: -        “Quaral”, da João Perene Núcleo de Investigação Coreográfica. Dia 11/04 - Espaço Xisto: 19h. -        - “Pau que Nasce Torto...E o Backyard”, da ExperimentanduNUS Companhia de Dança. Dia 12/04 - Espaço Cultural Alagados: 16h; - “VOUS DOUX”, da Frakttal Companhia de Dança. Dia 12/04 - Espaço Xisto: 19h; - “Umbigo”, interpretado por Djalmir Melo; - “Malemolência”, do Grupo Jeitus de Dança; “Entre Linhas”, realização da Companhia de Dança Contemporânea Ponto Art; Espaço Xisto: 19h                   Teatro SESI Rio Vermelho: 19h                      Teatro Velha: 20h Espaço Cultural Alagados: 16h Direcionada a artistas, grupos, companhias e coletivos, com no mínimo 03 anos de trabalho continuado, a mostra  vem tendo muitos desdobramentos interessantes. Em 2014, resultou em apresentações dos bailarinos e coreógrafos Isaura Tupiniquim (solo Fricção) e Marcelo Galvão (espetáculo “Interações”) na Mostra Brasileira de Dança – Recife-PE. Para Galvão, os desdobramentos também se deram na programação do Circuito São Paulo de Cultura, no Centro Cultural da Penha e na Galeria Olídio. E boas novas continuam surgindo a partir dessas redes com outros festivais, plataformas e instituições. Para este ano, Cristina Castro – diretora-geral do VIVADANÇA - antecipa que, por meio de parceria com a  coordenação de Dança da Prefeitura de São Paulo, 01 espetáculo de grupo ou artista baiano será selecionado para apresentações na capital paulista. Ainda em fase de negociação, há a possibilidade dessa parceria se estender a outros estados. Nesse contexto, o VIVADANÇA dá início a uma ação inovadora: o Networking VIVADANÇA. Com a proposta de promover um balcão de Negócios, artistas e grupos da Dança locais terão a oportunidade de fazer contatos e apresentar seus projetos, pessoalmente, a curadores e diretores de outros festivais importantes. Criado a partir de uma provocação da diretora Cristina Castro, a iniciativa estimula a difusão das obras coreográficas, preservando o perfil de curadoria de cada festival. O Networking VIVADANÇA, que acontece no dia 11/04, no Espaço Xisto (às 15h), se articula diretamente com essas ações. Do Japão para a Bahia, Fukushima Mon Amour Pela quarta vez na programação do VIVADANÇA Festival Internacional (e pela quinta vez na Bahia), o bailarino e coreógrafo japonês Tadashi Endo sempre encanta o público pela maestria dos seus trabalhos solos. Depois de “Butoh-MA, “Ikiru - Réquiem para Pina Bausch”  e “One-Nine-Four-Seven”, o artista chega à capital baiana com “Fukushima Mon Amour”. O solo tem como mote o desastre causado por um tsunami, que fez explodir a Central Nuclear de Fukushima. Embora japonês, Endo reside na Alemanha desde a década de 1980. E é um grande admirador da cultura baiana. Vale lembrar que ele já ministrou  workshops por aqui (a convite do festival)  e dirigiu o Bando de Teatro Olodum, em “DÔ” (2012); espetáculo que teve como base o Butoh. De volta a Salvador, para oficina com artistas locais e integrantes da “universidade LIVRE de teatro vila velha” e, principalmente, para apresentação do solo “Fukushima Mon Amour”, o mestre do Butoh-MA vem gerando vínculos artísticos e pessoais muito fortes com a Bahia. Essa relação se expressa tanto pela admiração e o quanto pelo interesse que o coreógrafo demonstra pela cultura afro-brasileira. Diretor do Mamu Butoh-Center e do MAMU International Butoh Festival, em Göttingen, na Alemanha, Endo transita entre ocidente e oriente como muita naturalidade. Há mais de 25 anos, conheceu o mestre Kazuo Ohno - um dos fundadores desse gênero - com quem aprofundou e aprimorou os estudos dessa arte. Entre os inúmeros trabalhos como professor, ator, bailarino e diretor, atuou e foi responsável pela preparação de elenco no filme alemão “Hanami – Cerejeiras em Flor”, indicado ao Urso de Ouro, no Festival de Berlim de 2008. Dias 03, 04, 05 e 06/04, das 14h às 18h, Oficina de Butoh-MA com Tadashi Endo, no Teatro Vila Velha. E apresentação do solo “Fukushima Mon Amour”- Dias 11/04 (sáb): 20h   e    12/04 (dom): 19h no Teatro Vila Velha (Salvador). O Norte, A Dança e o Nordeste: tão perto, tão longe No encontro com o norte do país, o festival traz à Bahia o Lamira Artes Cênicas, grupo de Tocantins que tem na fisicalidade “o ponto de interseção entre dança, teatro, circo e música, para a construção estética”. A companhia apresenta “Do Repente”, montagem criada para espaços urbanos – calcada no universo do romanceiro popular nordestino – que levará sua saga para a charmosa orla do tradicional bairro da Ribeira e no bairro do Candeal, em Salvador. Seguindo ainda para as ruas de Camaçari. Dia 17/04 (sex) Bairro da Ribeira (Salvador): 18h.      Dia 18/04, bairro do Candeal (Salvador): 18h. Dia 21/04 (ter) Praça Abrantes (Camaçari): 18h. E o público infantil também será presenteado com apresentações do grupo, nessas duas cidades, onde encenam “Gibi” - um espetáculo que se aventura pelo mundo das histórias em quadrinhos, por meio das peripécias e descobertas de quatro palhaços. Pela qualidade de seus trabalhos, o Lamira, em 2012, foi selecionado para o Programa Rumos Dança. Dia 16/04 (qui), no Teatro Vila Velha (Salvador): 10h e 15h. Dia 22/04 (qua), no Teatro Cidade do Saber (Camaçari): 14h. Do Rio Grande do Norte, o grupo Marruá. Dias 17  (sex) e 18/04 (sáb), no Espaço Xisto (Salvador): 19h. Do Ceará, a Companhia Paracuru. Dia 23/04 (qui), no Teatro Cidade do Saber (Camaçari): 19h30. Dias 25/04 (sáb) e 26/04 (dom), no Teatro Vila Velha (Salvador): 20h. VIVADANÇA nas ruas e espaços alternativos, pela primeira vez FREEDOM UNDERFOOT - Germaine Ingram (EUA) O VIVADANÇA ocupa, pela primeira vez, em 9 Anos, as ruas, praças e espaços alternativos de Salvador e Camaçari. Um dos destaques dessa nova proposta é a bailarina e coreógrafa norte-americana Germaine Ingram, conhecida por seus estudos em jazz, sapateado, improvisação e História Social. A artista apresenta “Freedom Underfoot”, na Varanda do Teatro SESI Rio Vermelho, um solo que aborda elementos de sua pesquisa: a memória coletiva e a forma como comunidades e sociedades lembram, constroem e recontam suas histórias, especialmente aquelas dolorosas e difíceis. Além disso, ela fará sua JAM de Dança, numa parceria inédita com a JAM no MAM, projeto que há mais de 15 anos reside no Museu de Arte Moderna da Bahia. GERMAINE INGRAM já esteve na Bahia para o programa de residência artística do Instituto Sacatar, em 2014. Realizou trabalhos de pesquisa no âmbito da dança, do teatro e da música para tentar entender as formas como as comunidades afro-brasileiras mantêm ou esquecem suas heranças e recordações que remetem de alguma forma aos tempos da escravidão. Em Itaparica, ela visitou diversos terreiros de Candomblé e presenciou variados rituais e cerimônias. Em Salvador, Germaine interagiu com o grupo de teatro de bonecos A Roda, comandado pela artista Olga Gomez; realizou uma oficina na Escola de Dança da UFBA e ministrou aulas para artistas que participarão de uma montagem de Hamlet, de William Shakespeare, no Teatro Villa Velha. A coreógrafa também trabalhou em colaboração com o músico e também Fellow LIUTAURAS JANUSAITIS para a realização de duas performances de música e dança realizadas durante a sessão. Germaine veio ao Sacatar através de uma parceria entre a Sacatar Foundation e Dance-UP em Philadelphia, Estados Unidos. Varanda do Teatro SESI Rio Vermelho - 23 de abril – 22h Museu de Arte Moderna da Bahia - 25 de abril – A partir das 18h A Casa Preta, no bairro 2 de Julho (Centro de Salvador), entra no circuito alternativo do festival. O espaço cultural recebe o espetáculo “PEBA - uma proposta dos Zezas”, do CoMteMpu’s – Linguagens do Corpo. “A pesquisa investe numa corporalidade “peba”, que, sorrateiramente, transita entre brincadores, folguedos, ruas e festas dos estados de Pernambuco e Bahia”. “PEBA” é assinada por Iara Sales, Tonlin Cheng e Sérgio Andrade. No início deste ano, recebeu o prêmio de "Melhor Cenografia" e o "Prêmio Especial - Melhor Performance", da APACEPE, pelo 21º Janeiro de Grandes Espetáculos (PE). Dia 22/04 (qua) e 23/04 (qui), na Casa Preta (Salvador): 20h. Um Festival de Mostras Como já é de práxis no festival, as mostras são um verdadeiro show à parte, reunindo, em média, mais de 500 artistas, em seus diversos palcos: -        De 11 a 14 de abril (sáb, dom, seg, ter), O Teatro Velha, o Teatro SESI Rio Vermelho e o Espaço Xisto recebem a 2ª edição da Mostra Baiana de Dança Contemporânea, dividindo apresentações dos 06 espetáculos selecionados para 2015. Nela, curadores, diretores e programadores de festivais e plataformas nacionais e internacionais se reúnem para assistir aos trabalhos coreográficos, com a perspectiva de levar essas montagens para outras regiões do Brasil e do mundo; -        Espaço Xisto: 19h                   Teatro SESI Rio Vermelho: 19h                      Teatro Velha: 20h    Espaço Cultural Alagados: 16h -        Nos dias 14, 15 e 16/04 (ter,qua,qui), sempre às 20h, o Teatro ISBA é palco para a Mostra Casa Aberta. Com o objetivo de promover uma grande confraternização dos diversos estilos de dança, despertar o sentimento de classe e a consciência de mercado, a mostra é uma grande vitrine, um espaço democrático e agregador, onde artistas da periferia e do Centro se encontram; -        Nos dias 18/04 (sáb, 10h) e 19/04 (dom, 13h), o Teatro Vila Velha se transforma no templo da 8ª edição da Mostra Hip Hop em Movimento, congregando uma intensa programação de atividades, inclusive, no Passeio Público de Salvador. Aula pública de dança de rua, mutirão de graffiti com artistas locais, feira Hip Hop, mesa-redonda sobre “empreendedorismo”, transmissão ao vivo do programa Evolução Hip Hop (Rádio Educadora FM – 107.5) e a grande estrela do dia: a Batalha de Break, competição que reúne b-boys e b-girls de todo o Brasil. A novidade deste ano é que o encerramento do primeiro dia da mostra será com o espetáculo de dança “Illuminated Manuscript”, do grupo Antics (EUA). Dirigido pela B-girl e coreógrafa norte-americana  Amy “Catfox” Campion, uma saga “street dança-teatro” inspirada na Epopéia de Gilgamesh, um das obras mais antigas da literatura universal, que data do século 20 a.C., na Mesopotâmia. A montagem incorpora diversos estilos, técnicas e linguagens artísticas; como breaking, krumping, popping, Capoeira, MCing, DJing, poesia, cinema, beatboxing e o teatro. De Los Angeles a street-dança-teatro multimídia Criada pela diretora e coreógrafa norte-americana Amy “Catfox” Campion, a “Antics”, companhia de dança sediada em Los Angeles, é um dos destaques da programação do VIVADANÇA Festival Internacional. B-Girl, professora de hip hop e capoeira, além de pesquisadora permanente de Street Dance, Campion incorpora diversos estilos, técnicas e linguagens artísticas: aos seus trabalhos: o breaking, krumping, popping, Capoeira, MCing, DJing, poesia, cinema, beatboxing e o teatro. Por todas essas características, classificam-se como uma companhia Hip Hop de Dança-Teatro. Em Salvador, a “Antics” encerra o primeiro dia da 8ª edição Mostra Hip Hop em Movimento, com o espetáculo “Illuminated Manuscript”, uma saga “street dança-teatro” inspirada na Epopéia de Gilgamesh, um das obras mais antigas da literatura universal, que data do século 20 a.C., na Mesopotâmia. Gilgamesh era uma figura histórica real que governou a Suméria (cidade-estado de Uruk), localizado no atual Iraque. Depois de uma bem-sucedida turnê pelos Estados Unidos, o Brasil será o primeiro país a receber uma apresentação dessa montagem do grupo, que ainda fará intervenções urbanas na capital baiana e em Camaçari, também promovidas pelo VIVADANÇA. Dias 18/04 (sáb) no Teatro Vila Velha (Salvador): 20h. Dia e 20/04 (seg) Intervenção Urbana no bairro do Iguatemi (Salvador): 17h. Dia 21/04 (ter)  Intervenção Urbana na Praça Abrantes (Camaçari): 17h. Da Espanha a Dança Indiana Contemporânea O solo “La Voz del Cuerpo”, interpretado por Monica de la Fuente (Espanha) explora as conexões entre voz e movimento, sons e gestos, criando uma linguagem contemporânea, gerando outros códigos. Os movimentos fluem desde as convenções das artes cênicas indianas à recriação ou reinvenção espontânea de outros elementos dessa  cultura milenar. “La Voz del Cuerpo” inaugura a parceria do VIVADANÇA com o Teatro do SESI Rio Vermelho, através da Favelacult Gestión Cultural, uma rede que busca promover, principalmente, o intercâmbio entre as culturas brasileira e Espanhola. Dias 23 e 24/04, no Teatro SESI Rio Vermelho (Salvador): às 20h. Solos de Stuttgart – 5 anos de parceria O Internationales Solo Tanz-Theater Festival - ou apenas Solos de Stuttgart – como ficou conhecido, é presença marcante no VIVADANÇA, há 5 anos consecutivos.  O projeto (coordenado pelo diretor artístico fluminense Marcelo Santos, há quase duas décadas) premia anualmente bailarinos e coreógrafos  contemporâneos de todos os continentes.   A programação para 2015 inclui solos de intérpretes de 5 países: Anna Réti (Hungria), em  Inside Out; Maya Roest (Holanda), em  The Beginning; Tom Weinberger (Israel)em Nemek; Hemabharathi Palani (Índia) , em Trikonanga; e Christina Medina (Canadá) – no solo “am I am”. Dia 25/04, no Teatro Cidade o Saber (Camaçari):  20h. E nos dias 28/04 (sáb): 20h; e 29/04 (dom): 19h, no Teatro Vila Velha (Salvador). VIVADANÇA - artista, público e mercado Desde a sua criação e concepção pela diretora e coreógrafa Cristina Castro, o VIVADANÇA Festival Internacional sempre teve a formação, o intercâmbio e o mercado para os artistas da Dança como parte estruturante de sua programação. Mais do que promover a mediação de público, junto a escolas públicas, particulares e projetos sociais, o festival surpreende a cada ano. Em sua nona edição, dois eventos tem a proposta de fortalecer ainda mais essas ações: - o Networking VIVADANÇA - promovendo um balcão de Negócios com a presença de curadores, diretores, em diálogo direto com artistas da Dança, que terão a oportunidade de fazer contatos e apresentar seus projetos. Dia 11/04, no Espaço Xisto (Salvador): 15h. - e a mesa-redonda sobre formação de espectadores com Manuel Jesús González coordenador do programa “Escuela de Espectadores” e diretor da “Feria de Teatro de Castilla y León”, Ciudad Rodrigo (Espanha).   A iniciativa tem o objetivo de fornecer ferramentas para que o espectador gere hábitos para a dinamização sociocultural. Dia 14/04, no Teatro SESI Rio Vermelho (Salvador):  14h. >> Acesse a  programação completa de todos os espetáculos, oficinas, mesas-redondas, mostras, entre outras atividades no site do VIVADANÇA O VIVADANÇA Festival Internacional tem o patrocínio do Ministério da Cultura, de O Boticário, através da Lei Rouanet, da OI, através do Programa Fazcultura, da Secretaria de Cultura, da Secretaria da Fazenda e do Governo do Estado da Bahia, além de contar com o apoio cultural do OI Futuro. É realizado pela Baobá Produções e Governo Federal.