[caption id="attachment_62515" align="aligncenter" width="450" caption="Foto: José Carlos Almeida"]
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O reitor da UNEB (Universidade do Estado da Bahia), professor José Bites de Carvalho, e o diretor geral do IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural), arquiteto João Carlos de Oliveira, se reúnem amanhã (03) pela manhã na sede do Instituto, no Centro Histórico de Salvador (CHS), para discutir parcerias, projetos e programas. Logo depois, realizam uma visita ao parque imobiliário do IPAC, na área do Pelourinho e adjacências.
“A UNEB detém excepcional abrangência geográfica na Bahia com 29 departamentos instalados em 24 campi, na capital e em 23 municípios, com estrutura fundamental para a execução de qualquer política pública estadual”, ressalta João Carlos de Oliveira. Para o professor José Bites, existe possibilidade de diversas ações conjuntas. “Se pensarmos a multicampia da UNEB e a capilaridade das ações do IPAC, podemos executar múltiplos projetos e parcerias em toda a Bahia”, destaca o reitor.
Além de ampliar as ações do IPAC via unidades da UNEB, a parceria visa atuar na revitalização de espaços administrados pelo IPAC, com implantação de cursos de graduação em artes, formação na área cultural e instalação de centros de pesquisa, dentre outros temas. Na primeira reunião entre as duas instituições, que ocorreu em 22 de maio no campus do Cabula, participaram a assessora especial de Cultura e Artes (Ascult) da UNEB, Isa Trigo, e o responsável pelo grupo criativo de gestão e economia de Cultura e Artes da Ascult, Djalma Fiuza.
FOMENTO – “A partir de 2015 a UNEB consolida discussões sobre a cultura com a criação da Ascult. Essa instância reúne interesses mútuos, como revitalização de espaços urbanos via ações de educação, projetos com patrimônios imateriais, gênero, formação continuada e artes, dentre outros temas”, relata a professora Isa Trigo. O diálogo entre UNEB e IPAC deve ampliar a reflexão, discussão e fomento das políticas culturais, atuando com educação patrimonial e gestão cultural.
O parque imobiliário do IPAC reúne apenas cerca de 9% do total de imóveis da área tombada do CHS, com usos plenos e manutenção permanente. Nos imóveis do IPAC estão as diretorias, gerências e coordenações do Instituto, bibliotecas, museus estaduais, órgãos públicos, consulados, organizações artísticas e culturais.