28/07/2015
[caption id="attachment_64513" align="aligncenter" width="442" caption="Fotos: Jamile Menezes"]
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Em 280 páginas, 40 anos de história são contados em detalhes por aqueles que revolucionaram a comunidade negra baiana e brasileira a partir da música, da cultura. Assim, o livro “Ilê Aiyê – 40 anos” conta a história do primeiro bloco afro a desfilar no Carnaval de Salvador – o Ilê Aiyê. O livro foi entregue na noite desta segunda-feira (27), na sede do bloco localizado no Curuzu-Liberdade, ao Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado, representado pela coordenadora, Maria Cristina Santos e ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), na pessoa do diretor da instituição, João Carlos de Oliveira.
O livro é ilustrado com fotografias que relatam a trajetória do bloco nas ruas do Curuzu e nos circuitos do carnaval de Salvador, além de relatos de sua atuação no bairro, como a Escola Mãe Hilda e a Band’erê, formada por crianças e jovens. Com prefácio do escritor Edvaldo Boaventura, a publicação fala da música, dos Carnavais do Ilê ao longo destas quatro décadas, do consagrado concurso da Beleza Negra, as ações afirmativas do Bloco e do projeto pedagógico pioneiro que serviu como referência para a construção da Lei 10.639/03, que estipula o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. A princípio, foi impressa uma tiragem de 500 livros.
Para o presidente da entidade, Vovô, esta é uma conquista para a comunidade negra. “É muito importante para a nossa comunidade negra baiana e brasileira este registro, que está também em inglês para alcançar o mundo. Pretendemos imprimir ainda mais dois mil livros e também comercializar em nossa loja”, frisou. A publicação foi organizada por Vovô e conta ainda com homenagem a Mãe Hilda Jitolu, matriarca e zeladora do Axé que rege as ações do Ilê desde sua origem.
Destes 500, 50 foram destinados às Bibliotecas Públicas estaduais geridas pela Fundação Pedro Calmon-Secretaria de Cultura do Estado. “Termos esta publicação em nossos acervos é importante por conta da Lei 10.639/03, pois teremos mais um instrumento para disseminar a cultura afro-brasileira entre os jovens e frequentadores das unidades, promover a igualdade racial e o combate à intolerância religiosa”, enfatizou a coordenadora do Sistema de Bibliotecas Públicas, Maria Cristina Santos. Por meio da Fundação, os livros também chegarão a bibliotecas municipais do Recôncavo baiano. Além das Bibliotecas, a publicação do Ilê também estará disponível para consulta nos museus e centros culturais do estado.
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Em 280 páginas, 40 anos de história são contados em detalhes por aqueles que revolucionaram a comunidade negra baiana e brasileira a partir da música, da cultura. Assim, o livro “Ilê Aiyê – 40 anos” conta a história do primeiro bloco afro a desfilar no Carnaval de Salvador – o Ilê Aiyê. O livro foi entregue na noite desta segunda-feira (27), na sede do bloco localizado no Curuzu-Liberdade, ao Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado, representado pela coordenadora, Maria Cristina Santos e ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), na pessoa do diretor da instituição, João Carlos de Oliveira.
O livro é ilustrado com fotografias que relatam a trajetória do bloco nas ruas do Curuzu e nos circuitos do carnaval de Salvador, além de relatos de sua atuação no bairro, como a Escola Mãe Hilda e a Band’erê, formada por crianças e jovens. Com prefácio do escritor Edvaldo Boaventura, a publicação fala da música, dos Carnavais do Ilê ao longo destas quatro décadas, do consagrado concurso da Beleza Negra, as ações afirmativas do Bloco e do projeto pedagógico pioneiro que serviu como referência para a construção da Lei 10.639/03, que estipula o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. A princípio, foi impressa uma tiragem de 500 livros.
Para o presidente da entidade, Vovô, esta é uma conquista para a comunidade negra. “É muito importante para a nossa comunidade negra baiana e brasileira este registro, que está também em inglês para alcançar o mundo. Pretendemos imprimir ainda mais dois mil livros e também comercializar em nossa loja”, frisou. A publicação foi organizada por Vovô e conta ainda com homenagem a Mãe Hilda Jitolu, matriarca e zeladora do Axé que rege as ações do Ilê desde sua origem.
Destes 500, 50 foram destinados às Bibliotecas Públicas estaduais geridas pela Fundação Pedro Calmon-Secretaria de Cultura do Estado. “Termos esta publicação em nossos acervos é importante por conta da Lei 10.639/03, pois teremos mais um instrumento para disseminar a cultura afro-brasileira entre os jovens e frequentadores das unidades, promover a igualdade racial e o combate à intolerância religiosa”, enfatizou a coordenadora do Sistema de Bibliotecas Públicas, Maria Cristina Santos. Por meio da Fundação, os livros também chegarão a bibliotecas municipais do Recôncavo baiano. Além das Bibliotecas, a publicação do Ilê também estará disponível para consulta nos museus e centros culturais do estado.
