31/08/2015
A mostra acontece no TCA e tem apoio dos Editais de Patrimônio do IPAC/SecultBA, com recursos do Fundo de Cultura da Bahia
Esta é a última semana para visitar a exposição sobre o arquiteto, urbanista, artista plástico, professor e pesquisador baiano Diógenes Rebouças (1914-1994) no foyer do Teatro Castro Alves (TCA), Campo Grande, em Salvador. A visitação é gratuita e aberta de terça-feira à domingo, das 12h às 18h. A trajetória profissional de Diógenes está montada numa linha do tempo, e exposta em 39 painéis e 16 maquetes, com textos, fotografias e reprodução de desenhos, projetos e esboços originais. Diógenes não só atuou no urbanismo e importantes edificações de Salvador, como também em Aracaju, Itabuna, Itaparica, Jequié, Maceió, Paulo Afonso e Vitória. A iniciativa tem apoio do Edital de Patrimônio Arquitetura e Urbanismo do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), com recursos do Fundo de Cultura da Bahia. "Os editais integram a política pública de fomento à cultura da SecultBA e traz ferramentas transparentes e democráticas na distribuição de recursos públicos, que possibilitam a participação efetiva da sociedade civil", explica o diretor geral do IPAC, arquiteto João Carlos de Oliveira. O IPAC coordena também o Editais de Museus, que apoia projetos de preservação, valorização, pesquisa, inventário, difusão, dinamização e até a qualificação e formação de pessoas. Já o de patrimônio apoia além disso, a salvaguarda, restauração e educação patrimonial. BIOGRAFIA - Integrando o projeto da exposição será lançado hoje (31), às 19h, a biografia de Rebouças na sala principal do TCA. Logo depois, ocorrerá mesa redonda com o curador da exposição, Nivaldo Andrade, a jornalista Symona Gropper, autora da biografia, e o arquiteto Heliodório Sampaio, ex-aluno e cooperador de Rebouças. Dentre inúmeros projetos de Rebouças estão a Catedral de Itabuna (1936), antiga Fonte Nova (1942-1951), Hotel da Bahia (1947-1952), Faculdade de Arquitetura (1963-1971), Escola Parque (1947-1951) e a Avenida Centenário (1948-1949). A realização é do Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento Bahia, Faculdade de Arquitetura/UFBA, Conselho de Arquitetura e Urbanismo, IPAC e Odebrecht. Conta ainda com apoio do IPHAN, TCA, Fundação Mário Leal Ferreira e Fundação Gregório de Mattos. Mais detalhes sobre a exposição no link. Sobre editais no IPAC, via telefone (71) 3117-7482, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, e das 13h às 17h. Dados sobre ações do IPAC no site, facebook ''Ipacba Patrimônio'' e twitter ''@ipac_ba''.
