25/09/2015
Com a presença de alunos, pesquisadores e professores universitários, o Museu de Arte da Bahia, unidade vinculada ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) / SecultBA, inaugurou ontem a exposição "Povos Indígenas, Floresta cultural, Mercantilismo, Selvageria oculta", com a curadoria do diretor do MAB, Pedro Arcanjo, e do professor Francisco Guimarães. A mostra está aberta ao público no andar térreo do MAB e é formada por plotagens explicativas, fotos e objetos da cultura indígena do Brasil, com ênfase nos comparativos críticos dos modelos sociais e econômicos indígenas e portugueses e no plantio de subsistência da mandioca.
Essa exposição integra a programação comemorativa da 9ª Primavera de Museus instituída pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), e acontece com vários desdobramentos sobre o tema "Museus e Memórias Indígenas" em unidades museais de todo o território nacional.
Antecedendo a abertura da mostra, o Museu de Arte da Bahia promoveu palestra do professor Eduardo Guimarães que fez um relato da sua experiência com a aplicação do sistema agroflorestal biodiverso da Mata Atlântica no Sul da Bahia.
Nessa sexta -feira (25), o MAB realiza, às 15h, no seu auditório, a mesa de conversa sobre o tema abordado por Marcos Messeder: "Povos Indígenas, Políticas Afirmativas e Universidade: Perspectivas e Desafios". Em seguida, a professora Sidélia Teixeira falará sobre "História e Culturas Indígenas na Escola: Museu e Ação”.
A exposição fica aberta para visitação até o dia 30 de setembro nos seguintes horários: De terça a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 19h.
Todos os eventos tem entrada franqueada ao público.
O MAB disponibiliza estacionamento para visitantes.