19/02/2016

Foto: Acervo do Africania
As oficinas serão realizadas no Centro de Cultura Amélio Amorim, Cine Theatro Cachoeirano e Teatro Dona Canô. Todas têm 20 vagas e duração de 10 horas, sendo realizadas sempre de 8h às 18 h. Além de integrar música, dança e artes visuais, com uma programação que se estende até abril, o projeto será encerrado com uma exposição prática das linguagens abordadas e uma série de shows de lançamento do disco ORÍ do grupo Africania pelas três cidades.
A primeira oficina a ser realizada é a de Experimentações Audiovisuais com Augusto Bortolini, entre os dias 20 e 27 de fevereiro. Bortolini tem vasta experiência na produção de curta-metragens e documentários, atuando como roteirista, diretor, diretor de fotografia, entre outras funções. A oficina acontece nos dias 20, em Feira de Santana; 26, em Santo Amaro; e 27, em Cachoeira.
Em março, será realizada a segunda oficina, focada em expressão corporal e ministrada por Flávia Pedroso. Formada em artes visuais, ela tem uma longa trajetória com dança e educação, unindo experiências com as “artes do corpo” e performances que mesclam movimentos e expressões da cultura tradicional brasileira com dança contemporânea. A atividade acontece dias 04 de março, em Cachoeira; dia 12, em Feira de Santana; e dia 18, em Santo Amaro.
A última oficina, Ritmia Sagrada, será ministrada por Bel da Bonita, percussionista que já tocou com Gilberto Gil, Dominguinhos, Nando Cordel, Geraldo Azevedo e Elba Ramalho e é o líder do grupo Africania. Ela acontece dia 05 de março, em Santo Amaro; dia 19 do mesmo mês, em Feira de Santana; e 02 de abril, em Cachoeira.
Com a proposta de promover uma sinestesia entre aspectos da ancestralidade negra e das novas tecnologias, o projeto será finalizado com três shows da banda Africania, dia 09 de abril em Cachoeira, dia 22, em Santo Amaro e no dia 29 de maio, em Feira de Santana. O grupo já tem sete discos gravados, mas ainda não lançados e vai disponibilizar o primeiro através deste projeto. A banda é fruto do nomadismo artístico de seu líder, Bel da Bonita, instrumentista que circulou por várias regiões do Brasil se apresentando com grandes artistas da música brasileira. Como resultado desse processo de itinerância musical, o grupo se especializou no estudo das percussões - especialmente nas manifestações da música sacra afro-brasileira e nordestina-, estendendo seu diálogo rítmico com o jazz, a música caribenha e o psytrance. Mais informações na página do projeto no Facebook.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
Serviço Oficinas
Número de vagas: 20 por oficina
Horário: 8h às 18h
- Experimentações Audiovisuais
Feira de Santana: 20 de Fevereiro de 2016.
Santo Amaro: 26 de Fevereiro de 2016.
Cachoeira: 27 de Fevereiro de 2016.
- Expressão Corporal
Cachoeira: 4 de Março de 2016.
Feira de Santana: 12 de Março de 2016.
Santo Amaro: 18 de Março de 2016.
- Ritmia Sagrada
Santo Amaro: 5 de Março de 2016.
Feira de Santana: 19 de Março de 2016.
Cachoeira: 2 de Abril de 2016.