04/03/2016
Dois filmes baianos aprovados por editais do Governo do Estado se credenciaram para a pré-seleção do Festival de Cinema de Cannes. A cidade do futuro, de Cláudio Marques e Marília Hughes, da produtora Coisa de Cinema, contou com o financiamento do Fundo Setorial da Ancine, via Edital do Irdeb, e A noite escura da alma, de Henrique Dantas, da Hamaca Produções, foi apoiado através do edital setorial de audiovisual do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento à cultura gerido pelas secretarias de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz). Eles fazem parte de uma lista com 12 produções que passarão agora pelo crivo do curador François Lardenois, até o dia 5 próximo, para que sejam credenciados à participação no festival Internacional.
A noite escura da alma é o terceiro longa de Henrique Dantas, também autor de Os filhos de João, sobre a trajetória dos Novos Baianos, e Sinais de Cinza (A peleja de Olney São Paulo contra o dragão da maldade), que também tiveram participação e premiações em festivais internacionais. Ele contou com R$ 411 mil de patrocínio do Fundo de Cultura, em 2013, para realização do filme que remonta um período conturbado da história brasileira, durante da década de 1970 – se estendendo até os dias atuais – contando a história de presos políticos que ficaram confinados na conhecida Galeria F, do presídio Lemos Brito, durante a Ditadura Militar. Henrique Dantas conta que o investimento foi fundamental para realização do longa, que é um híbrido de documentário e ficção. “Não temos imagens de arquivo da época e as situações dos presos foram apresentadas com performance de atores,. Sendo todo produzido e ambientado na Bahia”. O filme foi lançado no festival do Chile, em novembro passado, e participou do Festival de Tiradentes (MG) e está programado para exibição no Cine Sesc, no próximo dia 21, em São Paulo. A produção do longa gerou também um curta, intitulado Galeria F.
Cláudio Marques realizou o longa de ficção A cidade do futuro graças ao edital do Irdeb, com financiamento de R$ 300 mil. Segundo ele, o filme ainda está em processo de pós-produção e tem 80 minutos de duração. O roteiro se passa na Serra do Ramalho, contando a história de três jovens que formam uma “família diferente”, fora dos padrões da sociedade. Participam os atores Gilmar Araújo, Igor Santos e Milla Suzart. “O edital permitiu a realização da obra que tem agora um bom início de carreira com essa pré-seleção”, assinala.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
A noite escura da alma é o terceiro longa de Henrique Dantas, também autor de Os filhos de João, sobre a trajetória dos Novos Baianos, e Sinais de Cinza (A peleja de Olney São Paulo contra o dragão da maldade), que também tiveram participação e premiações em festivais internacionais. Ele contou com R$ 411 mil de patrocínio do Fundo de Cultura, em 2013, para realização do filme que remonta um período conturbado da história brasileira, durante da década de 1970 – se estendendo até os dias atuais – contando a história de presos políticos que ficaram confinados na conhecida Galeria F, do presídio Lemos Brito, durante a Ditadura Militar. Henrique Dantas conta que o investimento foi fundamental para realização do longa, que é um híbrido de documentário e ficção. “Não temos imagens de arquivo da época e as situações dos presos foram apresentadas com performance de atores,. Sendo todo produzido e ambientado na Bahia”. O filme foi lançado no festival do Chile, em novembro passado, e participou do Festival de Tiradentes (MG) e está programado para exibição no Cine Sesc, no próximo dia 21, em São Paulo. A produção do longa gerou também um curta, intitulado Galeria F.
Cláudio Marques realizou o longa de ficção A cidade do futuro graças ao edital do Irdeb, com financiamento de R$ 300 mil. Segundo ele, o filme ainda está em processo de pós-produção e tem 80 minutos de duração. O roteiro se passa na Serra do Ramalho, contando a história de três jovens que formam uma “família diferente”, fora dos padrões da sociedade. Participam os atores Gilmar Araújo, Igor Santos e Milla Suzart. “O edital permitiu a realização da obra que tem agora um bom início de carreira com essa pré-seleção”, assinala.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.