Vivadança segue com atrações até o final de semana

26/04/2016
Vivadança
Fotos: Chico Araújo

O festival Vivadança traz um leque de opções para os apreciadores da dança. A programação, iniciada no último dia 20, se estende até 1º de maio, ocupando diversos espaços culturais da cidade. Chegando a sua 10ª edição, o festival traz esse ano espetáculos de 9 países diferentes e envolve mais de 500 artistas, além de ser o único do Norte-Nordeste do País a receber a programação do Ano da Cultura da Polônia no Brasil.
Segundo a diretora do Festival, Cristina Castro, diversidade é a grande marca do evento, que reuniu esse ano de batalha de break a apresentação de dança do ventre. O lançamento, inclusive, surpreendeu a todos os presentes no Passeio Público. Aberto ao público, o espetáculo começou sem que ninguém percebesse com dezenas de bailarinos formando fileiras no que foi denominado de “Looping”.

O superintendente de Promoção Cultural da Secretaria Estadual da Cultura (SecultBA), Alexandre Simões, reafirmou o interesse em fomentar espetáculos dos mais diversos setores das artes, movimentando a vida cultural, mas também fortalecendo a cadeia produtiva da Economia Criativa. “Um festival do porte do Vivadança reúne centenas de profissionais, desde artistas, produtores, cenógrafos, iluminadores e faz girar um setor muito importante da economia baiana. É bom ver a área da cultura se profissionalizado e revelando sempre novos artistas”.
A iniciativa tem patrocínio da Oi, O Boticário na Dança e do Governo do Estado, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Caixa e Governo Federal. Conta com o apoio cultural do Oi Futuro e parceria internacional do Culture.pl e Art Stations Foundation. É uma realização da Baobá Produções.

Alexandre Simões no Vivadança


FAZCULTURA – Parceria entre a SecultBA e a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o mecanismo integra o Sistema Estadual de Fomento à Cultura, composto também pelo Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). O objetivo é promover ações de patrocínio cultural por meio de renúncia fiscal, contribuindo para estimular o desenvolvimento cultural da Bahia, ao tempo em que possibilita às empresas patrocinadoras associar sua imagem diretamente às ações culturais que considerem mais adequadas, levando em consideração que esse tipo de patrocínio conta atualmente com um expressivo apoio da opinião pública.