31/08/2016
Há exatos 33 anos, um líder iniciou uma luta para dar visibilidade a quatro nomes que marcaram um capítulo da fizeram história da Bahia e do Brasil. Traduzindo, há mais de três décadas João Jorge, o presidente do Olodum iniciou sua caminhada na busca pelo reconhecimento dos nomes do soldado Lucas Dantas do Amorim Torres, o aprendiz de alfaiate Manuel Faustino dos Santos Lira, o soldado Luis Gonzaga das Virgens, e o mestre alfaiate João de Deus Nascimento como heróis da Revolta dos Búzios, conhecida também como Conjuração baiana ou Revolta dos Alfaiates (pois existiam esses profissionais entre os revoltosos), ocorreu entre agosto de 1798 e novembro de 1799 na Bahia.
Finalmente na tarde nesta terça-feira, foi assinada a notificação do tombamento dos documentos da Revolta dos Búzios, no salão Nobre da Assembléia Legislativa. Uma cerimônia emblemática para o povo negro. Em volta da mesa coordenada pelo presidente da ALBA, deputado Marcelo Nilo, e pela deputada Fabíola Masur, autora do projeto que vai criar o Memorial da Revolta dos Búzios estavam o presidente do Olodum, João Jorge, a coordenadora do CCPI, Arany Sanyana, o diretor da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo, o cantor do Olodum, Lazinho, o diretor do Cortejo Afro, Antônio Pita, a secretária de Promoção da Igualdade Racial do Estado, Fabya Reis, o presidente do Malê Debalê, Claúdio Araújo, e o diretor IPAC, João Oliveira.
A Secretaria de Cultura do Estado foi representada pelo chefe de gabinete e secretário de Cultura em exercício, Cláudio Mello que destacou a iniciativa, e agradeceu em
nome do secretário Jorge Portugal que está viajando.
30 de agosto de 2016, uma data que entra para nossa história, uma homenagem importante aos homens e mulheres que lutaram pela liberdade, igualdade, fraternidade!
Veja a galeria de fotos
Finalmente na tarde nesta terça-feira, foi assinada a notificação do tombamento dos documentos da Revolta dos Búzios, no salão Nobre da Assembléia Legislativa. Uma cerimônia emblemática para o povo negro. Em volta da mesa coordenada pelo presidente da ALBA, deputado Marcelo Nilo, e pela deputada Fabíola Masur, autora do projeto que vai criar o Memorial da Revolta dos Búzios estavam o presidente do Olodum, João Jorge, a coordenadora do CCPI, Arany Sanyana, o diretor da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo, o cantor do Olodum, Lazinho, o diretor do Cortejo Afro, Antônio Pita, a secretária de Promoção da Igualdade Racial do Estado, Fabya Reis, o presidente do Malê Debalê, Claúdio Araújo, e o diretor IPAC, João Oliveira.
A Secretaria de Cultura do Estado foi representada pelo chefe de gabinete e secretário de Cultura em exercício, Cláudio Mello que destacou a iniciativa, e agradeceu em
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30 de agosto de 2016, uma data que entra para nossa história, uma homenagem importante aos homens e mulheres que lutaram pela liberdade, igualdade, fraternidade!
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