30/01/2017

Para iniciar os festejos no mês do carnaval, o OTAMBÍ de Verão será realizado no próximo sábado (4), a partir das 20 horas, no Espaço Cultural Dilazenze, localizado na Av. Brasil, Alto da Conquista. O show é gratuito e a animação ficará por conta da Orquestra Gongombira e do grupo convidado Samba de Treita. O projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.
Marinho Rodrigues, coordenador geral do projeto, acredita que, como nos anos anteriores, os OTAMBÍs de Verão sempre contaram com um público expressivo, dessa vez não será diferente. “Esperamos, em média, 200 pessoas por sábado para assistir aos shows da Orquestra Gongombira e dos artistas e grupos convidados. Queremos fazer do OTAMBÍ de Verão uma opção de diversão e lazer para os ilheenses e também turistas que nos visitam durante a alta estação”, destaca Marinho.
A Orquestra Afro Gongombira de Percussão foi fundada em 2004, em Ilhéus, e nasceu da dissidência do bloco afro Dilazenze e da união de músicos percussionistas do Terreiro Matamba Tombenci Neto e do próprio Dilazenze, com o objetivo de resgatar, preservar e valorizar uma importante vertente da música afro-brasileira. O grupo Samba de Treita foi fundado em de 1996, no terreiro de candomblé, em Ilhéus, e carrega a missão de valorizar e resgatar a tradição do samba de roda, o verdadeiro samba de terreiro. É liderado pela Ekedy Silvandira Caldeira e possui um CD e DVD gravados.
OTAMBÍ, sigla que abrevia a Orquestra de Tambores Mãe Ilza, foi criado em 2010 e, desde então, faz parte do calendário do verão ilheense. Esse ano, as atividades terão uma duração de três meses, dividida em três etapas: fevereiro, o mês do carnaval; março, o mês da mulher e abril, o mês da dança. A programação do OTAMBÍ 2017 conta uma série de atividades que vão de oficinas, exibição de filmes na Praça Dona Roxa, todas as sextas, a partir das 18 hroas, a shows gratuitos com a Orquestra Gongombira e artistas convidados.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.