07/04/2017

O Centro de Formação da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) foi palco na manhã desta sexta-feira (07), de mais um Escola Camponesa da Memória, evento que acontece todo ano com o objetivo de relembrar os ícones da luta pela democracia na época da ditadura militar no Brasil. Nessa terceira edição, realizada em Salvador, a Escola escolheu o nome de Carlos Mariguella para entrar na galeria dos guerreiros. A iniciativa é uma homenagem ao Comandante da Ação Libertadora Nacional, símbolo das lutas dos trabalhadores, morto em 04 de novembro de 1969 pelas forças militares. Parte das atividades da Escola incluiu visitas ao Forte do Barbalho, onde Mariguella foi preso e torturado e a casa onde Carlos Mariguella viveu.
O secretário de Cultura, Jorge Portugal, foi convidado a participar do encontro que reuniu representantes de Movimentos Sociais e Organizações em Defesa dos Direitos Humanos. Na recepção música e poesia camponesa, ao som de violão e acordeom. Na oportunidade, a juventude do Movimento Pequenos Agricultores (MPA) entregou a Portugal a solicitação de tombamento da casa onde nasceu Carlos Marighella, na esquina da Rua dos Desterro – na Baixa dos Sapateiros, solicitando que o imóvel seja considerado patrimônio cultural da Bahia. O Secretário acolheu a mensagem e informou que já estava no Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) o pedido de tombamento do imóvel, “Esse encontro com certeza esta servindo de combustível para esse a conclusão desse processo”, declarou emocionado.

O momento se tornou especial quando o Secretário contou algumas histórias de Carlos Mariguella. Contemporâneo do político, guerrilheiro e escritor brasileiro, Jorge Portugal falou da forma diferenciada como Mariguella via o mundo desde a época da escola, no colégio Central de Salvador.
Representando o Secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, o Assessor de Planejamento e Gestão da SDR, Matteus Martins, fez questão de parabenizar a iniciativa, “A organização da juventude camponesa é passo fundamental para garantir a sucessão rural e com isso fortalecer a produção de alimento saudável, fomentar a diversidade cultural rural e inibir o êxodo rural”, disse.
O MPA é um movimento social do Campo que persegue justiça social, diversidade cultural e terra para a massa camponesa produzir alimentos de qualidade e garantir a soberania alimentar no mundo.
O primeiro encontro da Escola ocorreu em Brasília e abordou o tema da tortura, quando o MPA fixou mais de 1.000 cruzes em frente ao Congresso em memória dos camponeses mortos. No segundo encontro, na Paraíba, a Escola teve como foco as Ligas Camponesas.
O secretário de Cultura, Jorge Portugal, foi convidado a participar do encontro que reuniu representantes de Movimentos Sociais e Organizações em Defesa dos Direitos Humanos. Na recepção música e poesia camponesa, ao som de violão e acordeom. Na oportunidade, a juventude do Movimento Pequenos Agricultores (MPA) entregou a Portugal a solicitação de tombamento da casa onde nasceu Carlos Marighella, na esquina da Rua dos Desterro – na Baixa dos Sapateiros, solicitando que o imóvel seja considerado patrimônio cultural da Bahia. O Secretário acolheu a mensagem e informou que já estava no Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) o pedido de tombamento do imóvel, “Esse encontro com certeza esta servindo de combustível para esse a conclusão desse processo”, declarou emocionado.

O momento se tornou especial quando o Secretário contou algumas histórias de Carlos Mariguella. Contemporâneo do político, guerrilheiro e escritor brasileiro, Jorge Portugal falou da forma diferenciada como Mariguella via o mundo desde a época da escola, no colégio Central de Salvador.
Representando o Secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, o Assessor de Planejamento e Gestão da SDR, Matteus Martins, fez questão de parabenizar a iniciativa, “A organização da juventude camponesa é passo fundamental para garantir a sucessão rural e com isso fortalecer a produção de alimento saudável, fomentar a diversidade cultural rural e inibir o êxodo rural”, disse.
O MPA é um movimento social do Campo que persegue justiça social, diversidade cultural e terra para a massa camponesa produzir alimentos de qualidade e garantir a soberania alimentar no mundo.
O primeiro encontro da Escola ocorreu em Brasília e abordou o tema da tortura, quando o MPA fixou mais de 1.000 cruzes em frente ao Congresso em memória dos camponeses mortos. No segundo encontro, na Paraíba, a Escola teve como foco as Ligas Camponesas.